de até 70%

Liquida Centro começa nesta segunda-feira em Cuiabá e oferece vários descontos

A ação faz parte do calendário da capital e tem objetivo de movimentar e fomentar a economia da região central

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O tradicional Liquida Centro começa na segunda-feira (11), em Cuiabá, e vai oferecer descontos de até 70% aos consumidores. Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá), o evento vai até o dia 16 de julho.

A ação faz parte do calendário da capital e tem objetivo de movimentar e fomentar a economia da região central.

Da mesma forma dos anos anteriores, nesta edição também estarão presentes centenas de empresas dos mais diversos segmentos que disponibilizarão promoções de produtos e serviços com descontos que podem chegar a 70%.

A expectativa da CDL é de um incremento de até 15% nas vendas das lojas participantes, em comparação com a liquida do ano passado.

Em comparação ao movimento normal de um dia sem promoção, em algumas lojas o movimento poderá dobrar.

Durante todos os dias de promoções, a CDL Cuiabá estará presente da Praça Alencastro com atendimento especial à população, das 9h ás 17h. Serão disponibilizadas consultas gratuitas de SPC/Serasa e monitoramento de CPF denominado SPC Avisa, além de orientações com o tema de educação financeira.

Na praça também estará acontecendo a feira popular de artesanato, gastronomia local e atrações culturais e musicais, das 7h às 17h, com palco aberto para apresentações “Mostre o seu Talento”. A Polícia Militar estará reforçando a segurança durante todos os dias do Liquida Centro.

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Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral

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O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.

Principais números

  •     Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
  •     Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
  •     Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
  •     Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
  •     Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).

Câmbio

O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.

A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.

Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.

No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.

Ibovespa

O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).

A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.

Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.

Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.

* Com informações da Reuters



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