“Interesses na contramão”
Projeto pessoal X projeto partidário nas eleições de 2022
A singularidade de uns está em rota de colisão das diretrizes na pluralidade do grupo.
Política
Mesmo sendo no “modo” discreto, as mudanças das peças rumo as disputas eleitorais deste ano, fomenta uma verdadeira “cortina de fumaça”, referente ao comportamento das pessoas, utilizando dos ideais e condutas partidárias, apenas para atender seus interesses, sem ao menos consultar ou até compartilhar, as realidades dos fatos na “colheita dos louros”.
Pelo que tudo indica, mesmo com declarações que vão na contramão das ações, muitos agentes tidos como políticos, estão “escorregando” na discrição, revelando aos mais e menos atentos, que de nada adiante a opinião coletiva, quando já sobressai seus únicos e exclusivos interesses.
Seguindo o fluxo dessas ações, é correto afirmar, que quando um determinado partido possui mais que uma liderança, considerada “chave”, os conflitos são inevitáveis, constantes e salutar, porque ao menos assim, o coletivo tem oportunidade de opinar, abrindo uma brecha para expor suas opiniões, que podem até não sobressair as ordens do “soberano”, mostrando que tem gente ciente de que “algo de errado, não está certo”, e existe o risco de revolta em prol dos interesses coletivos.

Foto:TRE-MT
“Não contaram com minha astúcia”: os utilizadores desta conduta, de momento podem até sobressair, utilizando das meias verdades, para ludibriar os integrantes do grupo e alcançar seus objetivos, mas vale ressaltar, que na política existe um velho ditado, de que se “perdoa a traição, mas não o traidor”.
O período é extremamente delicado, um verdadeiro “barril de pólvora”, até porque, muita gente teve as suas reais intenções reveladas no decorrer dos últimos anos, impugnando toda e qualquer semelhança com o coletivo representativo da política.
Os embates para os próximos dias ficarão cada vez mais intensos, calorosos e constantes, com a aproximação do período eleitoral, os “senhores feudais” irão fazer de tudo para permanecer no comando, por outro lado, os menos favorecidos, poderão ligar o modo “revolta da chibata”, mesmo correndo o risco de resultar aos moldes dos marinheiros, mas, mais vale lutar do que permanecer passivo, omisso e conivente.
As ações em busca de melhorias pelo povo e seus representantes devem ser constantes, o momento mais propício é agora, quando os partidos estão discutindo sobre os nomes que irão para o embate eleitoral, com objetivo de representar o povo exercendo cargos públicos. Em um país onde “o pau que bate em Chico é o mesmo para Francisco”, agentes identificados como políticos, em situações de investigações, afastamentos, cassação de mandatos, condenação, prisão e tornolezelados, são excluídos da vida pública, mas se tratando do Brasil, exclusivamente de Mato Grosso, o modo “República de Sucupira” é predominante, cabendo ao povo, o poderio total no dia da eleição, escolhendo ou excluindo determinados personagens do cenário da política. Se não for para todos, porque beneficiar apenas um ou alguns.
Política
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