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Prédio público de livramento vira alvo de vandalismo; PM investiga o ocorrido

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Da Redação

A Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento registrou na ultimo domingo (22), um ataque criminoso contra um prédio público municipal. Trata-se do prédio onde abriga o Centro de Referência de Assistência Social (Cras). O fato provavelmente tenha ocorrido na noite do dia anterior, provocando inicio de incêndio em janelas e em uma das portas da unidade social. Parte do forro lateral do telhado derretei e caiu.

No primeiro momento se pensava em algum defeito elétrico na instalação de um dos ares-condicionados, mas ‘laudo técnico’ levantado no dia posterior apontou que a ação teve origem através de arremesso de uma substância inflamável, que provavelmente feita por terceiros, na tentativa de atear fogo no local. Manchas na parede evidenciam a tentativa.

“Não foi encontrada nenhuma inconformidade na instalação elétrica do Cras onde também foi averiguado e testado o bom funcionamento do ar-condicionado do setor que foi atingido pelo fogo”, descreve parte do documento técnico assinado pelo arquiteto e urbanista Luiz Paulo da Costa (CAU A58067-8).

De acordo com o técnico, a causa detectada num primeiro momento, “poderá ter sido causada por algum líquido inflamável atirado por terceiros.” O profissional teve todo um cuidado especial em demonstrar isso através de fotografias.

“Na manhã de domingo, assim que ficamos sabendo do ocorrido, registramos Boletim de Ocorrência (BO), junto a Polícia Militar para que outras providencias sejam tomadas”, alertou o coordenador do Cras André Luiz de Morais.

Vale ressaltar que o incidente não mudou a rotina de trabalho do Centro de Referência de Assistência Social livramentense. Claro, devido o novo coronavírus, os serviços socioassistenciais estão sendo pré-atendidos pelo telefone: (65) 3351-1229.

Foto: Prefeitura de Livramento

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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