“Viveiro Mato Grosso”
Paisagismo valoriza o ambiente e proporciona bem-estar
Investimento que resulta em vários pontos positivos, para pessoas usufruírem da natureza dentro da cidade
Economia
“Não é apenas uma questão de estética, estamos falando de valorização e bem-estar, assim funciona o paisagismo nos imóveis, de uma simples grama até as sacadas nos prédios tomadas por plantas, de frescor do verde aos coloridos e aromas das flores, deixando a vida de quem cultiva, muito mais alegre”, disse o empresário Nilson Neres, proprietário do Viveiro Mato Grosso.
Há várias décadas no mercado, trabalhando com tudo que envolve plantas, seja frutífera e ornamental, o empresário revela que a questão de paisagismo vai muito além da beleza.
“Já foi comprovado através de pesquisa internacional, que um imóvel devidamente estruturado com plantas, bem cuidadas, enriquece o ambiente com valorização em até 16%”, ressaltou o empreendedor.

Foto: Facebook
Outro ponto positivo apresentado, é referente ao bem-estar que as plantas, as flores, o jardim por completo, proporciona às pessoas que possuem condições de contemplar a beleza da natureza.
“Estamos há muitos anos trabalhando neste ramo, graças a Deus, só temos a agradecer nossos clientes, que na maioria da situação, ficam satisfeitos com os nossos trabalhos, seja da mais simples grama, até as flores mais exóticas”, declarou Nilson.
Os profissionais do Viveiro Mato Grosso são capacitados para atender as necessidades dos clientes, seja empresarial e residencial, com instrução dos cuidados mais básicos até os avançados, disponibilizando equipes que podem atender as demandas, mediantes agendamentos antecipados.
“Hoje, temos condições de realizar desde orçamentos, planejamentos, realização dos serviços, fornecimentos e manutenção das plantas, tudo com menor preço e melhores condições de pagamento, assim a família Viveiro Mato Grosso, está pronta para atender nossos clientes”, explicou Nilson Neres.
Economia
Reforma tributária impulsiona doações de imóveis a herdeiros
A Reforma Tributária promulgada em dezembro de 2023 provocou um aumento no número de doações de imóveis em todo o país. Segundo o Colégio Notarial do Brasil (CNB), em 2025, foram registradas 185.861 escrituras públicas – um crescimento de 59% em comparação aos 116.225 atos formalizados em 2020.

Para especialistas, a “corrida” aos cartórios e à plataforma digital do CNB, o e-notariado, reflete uma crescente busca das famílias para antecipar a transferência de patrimônio, antes da entrada em vigor das novas regras do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD).
O ITCMD é um imposto que os estados e o Distrito Federal cobram sobre a herança e a doação de bens ou direitos patrimoniais. Cada unidade federativa tem autonomia para definir seus próprios prazos e taxas.
Com a gradual entrada em vigor da Reforma Tributária, quanto maior for o valor do bem maior será o percentual das alíquotas do ITCMD, podendo chegar ao máximo de 8%.
A título de exemplo, no Distrito Federal, o governo distrital cobra uma alíquota progressiva de 4% a 6% para heranças e doações, independentemente do valor do patrimônio transmitido. Em São Paulo, há dois projetos de lei em discussão na Assembleia Legislativa: um que reduz a alíquota progressiva atualmente cobrada no estado, limitando-a ao máximo de 4%, e outro que institui o teto de 8%.
Além disso, conforme o texto da Emenda nº 132/2023, que institui a Reforma Tributária, a base de cálculo do imposto passará a ser o valor de mercado do imóvel ou bem, e não mais seu valor patrimonial – geralmente, mais baixo.
“A expectativa é que esse volume de doações continue crescendo e, portanto, também as lavraturas de escrituras”, declarou, em nota, o presidente do CNB, Eduardo Calais.
Ainda segundo a entidade, que representa os mais de 9 mil notários e tabeliães do Brasil, o registro de escrituras públicas de doações de imóveis começou a aumentar já em 2020, antes mesmo da Reforma Tributária ser promulgada, mas se intensificou nos últimos anos, até atingir, em 2025, o maior número da série histórica.
“Nos últimos meses, é nítido o aumento na procura de clientes que buscam antecipar sua sucessão patrimonial, seja por meio de doações diretas a descendentes, seja pela integralização de ativos em holdings familiares”, acrescentou, na mesma nota, Joanna Oliveira Rezende Barbosa, especialista em planejamento patrimonial.
Para os especialistas, há muitas famílias acompanhando a movimentação legislativa nos estados e no Distrito Federal para decidir se antecipam as doações em vida, e como fazê-las. Até porque, conforme já estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mudanças na cobrança do imposto precisam ser previamente aprovadas e regulamentadas pelo poder local.
Doações exigem cautela
Por outro lado, o advogado Matheus Bertolo Piconez alerta que agir impulsivamente pode gerar uma série de problemas, inclusive familiares.
Por exemplo: se os pais antecipam a doação para o(s) filho(s) do único imóvel que possuem, sem estabelecer seu direito de, enquanto vivos, continuarem morando ou se beneficiando da renda gerada pelo bem, passarão a depender da boa vontade do(s) herdeiro(s).
“A antecipação faz sentido quando vem acompanhada de planejamento completo, não como uma corrida de última hora”, acrescentou o advogado.
Piconez destaca a importância de o interessado também definir os termos gerais do acordo de transmissão do bem e verificar se dispõe dos recursos financeiros necessários para honrar despesas imediatas, já que a doação de um imóvel ou patrimônio não elimina a obrigação de pagar o ITCMD e outras despesas.
Presidente da seção do Colégio Notarial do Brasil no Distrito Federal, Geraldo Felipe de Souto destaca que, além de poderem registrar as escrituras remotamente, por meio da plataforma e-notariado, é possível realizar o planejamento sucessório sem abrir mão do pleno controle patrimonial. Uma das opções mais adotadas para isto é a chamada doação com reserva de usufruto.
“A Reforma Tributária trouxe urgência para conversas que muitas famílias ainda não tinham tido. Planejar a sucessão patrimonial deixou de ser algo para o futuro e passou a ser uma decisão do presente”, comentou Souto, garantindo que os cartórios de notas estão prontos para orientar cada família sobre as melhores alternativas para cada caso.
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