“Viveiro Mato Grosso”
Paisagismo valoriza o ambiente e proporciona bem-estar
Investimento que resulta em vários pontos positivos, para pessoas usufruírem da natureza dentro da cidade
Economia
“Não é apenas uma questão de estética, estamos falando de valorização e bem-estar, assim funciona o paisagismo nos imóveis, de uma simples grama até as sacadas nos prédios tomadas por plantas, de frescor do verde aos coloridos e aromas das flores, deixando a vida de quem cultiva, muito mais alegre”, disse o empresário Nilson Neres, proprietário do Viveiro Mato Grosso.
Há várias décadas no mercado, trabalhando com tudo que envolve plantas, seja frutífera e ornamental, o empresário revela que a questão de paisagismo vai muito além da beleza.
“Já foi comprovado através de pesquisa internacional, que um imóvel devidamente estruturado com plantas, bem cuidadas, enriquece o ambiente com valorização em até 16%”, ressaltou o empreendedor.

Foto: Facebook
Outro ponto positivo apresentado, é referente ao bem-estar que as plantas, as flores, o jardim por completo, proporciona às pessoas que possuem condições de contemplar a beleza da natureza.
“Estamos há muitos anos trabalhando neste ramo, graças a Deus, só temos a agradecer nossos clientes, que na maioria da situação, ficam satisfeitos com os nossos trabalhos, seja da mais simples grama, até as flores mais exóticas”, declarou Nilson.
Os profissionais do Viveiro Mato Grosso são capacitados para atender as necessidades dos clientes, seja empresarial e residencial, com instrução dos cuidados mais básicos até os avançados, disponibilizando equipes que podem atender as demandas, mediantes agendamentos antecipados.
“Hoje, temos condições de realizar desde orçamentos, planejamentos, realização dos serviços, fornecimentos e manutenção das plantas, tudo com menor preço e melhores condições de pagamento, assim a família Viveiro Mato Grosso, está pronta para atender nossos clientes”, explicou Nilson Neres.
Economia
Novas medidas para combustíveis terão impacto de R$ 7 bilhões por mês
As novas medidas anunciadas pelo governo federal para conter a alta dos combustíveis terão custo estimado de R$ 7 bilhões por mês, informou nesta quarta-feira (9) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

O pacote inclui redução de tributos sobre gasolina e etanol e uma nova subvenção ao diesel, em meio à alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio.
“Estamos fazendo uso do espaço fiscal de que dispomos, sem pedir espaço adicional”, declarou Moretti.
Gasolina e etanol
Decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva reduz em R$ 0,63 por litro as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a gasolina, fazendo a cobrança cair para R$ 0,16 por litro.
Para o etanol hidratado, os tributos federais serão zerados temporariamente, com redução de R$ 0,19 por litro.
As medidas valem de 10 de setembro a 9 de outubro e substituem a subvenção anterior da gasolina, de R$ 0,44 por litro. O impacto estimado da desoneração da gasolina e do etanol é de R$ 2 bilhões por mês.
Subsídio ao diesel
Medida provisória autoriza nova subvenção de R$ 1 por litro de diesel rodoviário para produtores e importadores. O valor será regulamentado pelo Ministério da Fazenda e revisado a cada 30 dias, podendo ser alterado, interrompido ou prorrogado conforme as condições do mercado.
O custo estimado é de R$ 5 bilhões em setembro, dependendo da adesão das empresas.
Custo total
Somadas as novas medidas, o impacto mensal chega a R$ 7 bilhões. Com a atual subvenção de R$ 1,12 por litro de diesel, que termina em 27 de setembro e custa R$ 5,5 bilhões por mês, o impacto sobre as contas públicas em setembro será de R$ 12,5 bilhões.
Entre março e agosto, o governo gastou ou deixou de arrecadar R$ 25 bilhões com medidas para conter os preços dos combustíveis. Com setembro, a conta chega a R$ 37,5 bilhões em 2026.
Recursos
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que o governo espera mais de R$ 10 bilhões em receitas extraordinárias de petróleo para financiar as desonerações.
“A estimativa de receitas extraordinárias para esse período será de mais de R$ 10 bilhões”, disse.
A subvenção do diesel será financiada por crédito extraordinário editado por medida provisória. O impacto será incorporado ao próximo Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, previsto para 24 de setembro.
O relatório traz orientações para a execução do Orçamento. Caso necessário, o governo poderá bloquear gastos não obrigatórios para cumprir os limites de despesas do arcabouço fiscal.
Alta do petróleo
Moretti rejeitou a avaliação de que o pacote tenha caráter populista e afirmou que as medidas são temporárias e buscam reduzir os efeitos da alta internacional do petróleo.
“Essa é uma política de suavização de preço, de mitigação dos efeitos da guerra sobre os preços de derivado. Portanto, não há uma redução artificial. Não há distorção de preço relativo, não há um uso, digamos, populista desse instrumento”, afirmou.
O barril do tipo Brent, referência internacional, fechou a US$ 101,21 nesta quarta-feira, com alta de 3,36%. Em nota, o Palácio do Planalto afirmou que “as medidas buscam amortecer, de forma temporária, os efeitos dessa conjuntura internacional sobre o mercado doméstico”.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu ações temporárias para proteger a população e classificou como boa prática a adoção de “medidas limitadas e temporárias”.
Segundo o governo, as medidas anteriores ajudaram a conter os preços. Durante a guerra, o diesel caiu 6% no Brasil, enquanto subiu 25% na Alemanha. Apesar da queda recente, os preços brasileiros ainda estão acima dos níveis anteriores ao conflito.
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