“Até Marruá entra no cabresto”

Chegaram os embates entre prefeitos e vereadores

A formação do grupo neste período interfere diretamente nas próximas eleições.

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Política

Foto: Depositphotos

É inevitável o período de embates, crises, rachas, formação de novos grupos e os gritos de “independência”, já que boa parte dos vereadores, não vai seguir as diretrizes dos prefeitos, isso acontece devido as condições em que os políticos, seja, deputado estadual, federal, senadores e governador, atenderam as bases dos vereadores da mesma forma que as reivindicações do prefeito.

Neste cenário político, é correto afirmar que alguns vereadores são os representantes com maior proximidade com o povo, aquele que vivencia o dia a dia das comunidades, sabem dos problemas, sobre as necessidades e prioridades da população de cada região.

Seguindo essa trajetória, o prefeito só é considerado liderança, quando detém o maior número de vereadores em sua base, do contrário, sua “moeda de troca” é representada por uma “persona non grata”, ou seja, não agrega, só faz prejudicar, ofuscando assim os interesses daqueles que pretendem disputar o próximo pleito.

Para aqueles prefeitos que possuem o maior número de vereadores em sua base, segue fluxo, porém com problemas diferenciados, já na sua maioria não existe homogeneização de metas, projetos, focos e objetivos, pelo contrário, existem vereadores de hoje, que estão de olho no executivo municipal de amanhã, desta forma, não tem como compactuar com aquele prefeito, que pretende permanecer no poder, assim, a tendência de ruptura, racha, divisão ou formação de um outro grupo, começa neste período.

“Cabo de Guerra eleitoral”.

 

“Os vereadores fazem indicações, apresentam projetos, levam as demandas da sociedade para o poder executivo, mas cabe ao chefe, prefeito (a) detentores das “chaves do cofre” executar ou não os serviços, vai que o parlamentar está no modo “Marruá”, jogando de forma que não venha beneficiar o grupo. Alguém tem que ceder nesta disputa, ou vai para o embate de tudo ou nada, surgindo assim os grupos de oposição em vários cantos que irão disputar as próximas eleições em 2024”.

“Chegou o momento das revelações, baseados nas surpresas e decepções, é a hora do quem é o que na ordem do dia”.

De acordo com o “Aracuã do Pantanal”, os gritos de independência serão ouvidos em várias regiões do estado, ainda mais nas cidades que o prefeito (a) não vem fazendo uma boa gestão, e o povo já clama por mudanças, a formação de um novo grupo é inevitável, que poderá ser potencializado com a vitória daqueles que vencerem nesta eleição em 2022, seguindo o ciclo natural da política, já que os deputados, senadores e governador vão querer fortalecer suas bases me busca da continuidade na vida pública.

Segue o fluxo do cotidiano das eleições.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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