“Entrave”

“Wellington”: Pedra no sapato de Bolsonaro

Vários integrantes do grupo que defende a reeleição do presidente em Mato Grosso vão contra o projeto Wellington.

Publicado em

Política

Foto: Assessoria/Divulgação

Antes parecia que era apenas uma questão regionalizada dos integrantes da “Baixada Cuiabana”, mas hoje, pelo que tudo indica, a disseminação do distanciamento do grupo tido como “Bolsonarista”, representando aqueles que apoiam a reeleição do presidente da República, aumenta cada vez mais com aproximação do período eleitoral, quando se refere em apoiar a pré-candidatura do senador, Wellington Fagundes.

Segundo dados de fontes ligadas aos agentes políticos, que estão acompanhando os pré-candidatos e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, são dois fatores fundamentais que estão colaborando, e potencializando o afastamento de determinados grupos ao nome do pré-candidato a reeleição para o Senado.

No primeiro, as cogitações apontam que devido a vida pregressa ao longo dos 40 anos na política, foram acumulando resquícios, seja político, econômico, social e jurídico, que somados e revelados, vão na contramão daqueles que optaram por mudanças efetivas, seja no perfil e ações do próximo representante do povo no Senado da República, colocando um basta na “era mais do mesmo”.

Como também, a movimentação das peças orquestrada pelos regentes do “Agro”, responsáveis pelas maiores riquezas que impulsionaram o desenvolvimento da maioria dos municípios considerados ricos em Mato Grosso, devido a grande produção de grãos, inviabilizando assim, qualquer tipo de intenção, que venha se indispor contra a “locomotiva” correspondente ao equilíbrio da balança comercial nacional.

Colocando assim, tudo em “pratos limpos”, é correto afirmar que “manda quem pode e obedece quem tem juízo”, ou até mesmo, “quem pode mais, chora menos”. Sendo ou não uma questão de honra, a vitória do seu apadrinhado, o cenário político está ficando cada vez mais complicado, sem a confirmação de apoio do governador, Mauro Mendes, e como também a falta de exclusividade do presidente, Jair Bolsonaro, os dias de “céus de brigadeiros”, estão se transformando em verdadeiras “tempestades”, para o pré-candidato, Wellington Fagundes.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

Publicados

em


A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA