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Após publicação confirmando 4 casos de Covid-19, Secretaria de Saúde de Campo Verde volta atrás e nega casos confirmados

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Da Redação

Após uma publicação na rede social Facebook, em que confirmava quatro casos do novo coronavírus (Covid-19), a Secretaria Municipal de Saúde de Campo Verde (137 km de Cuiabá) divulgou uma nota onde afirma que não confirma nenhum caso da doença na cidade.

De acordo com a secretaria, um Boletim Informativo (03/2020) foi divulgado pela secretaria com base nas informações da Nota Informativa 17/2020 divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), na nota, constam que a cidade possui apenas três casos suspeitos, números diferentes dos divulgados pela secretaria municipal.

De acordo com a nota divulgada e publicada no site oficial da cidade, cinco casos foram descartados e outros quatro casos estão em monitoramento e outros dois casos estão em isolamento domiciliar, já que os pacientes apresentam um estado de saúde estável e sem dificuldade respiratória.

Veja a nota na íntegra:

A Secretaria Municipal de Saúde de Campo Verde divulgou agora à tarde, o Boletim Informativo 03/2020, elaborado com base na nota informativa 17/2020 da Secretaria Municipal de Saúde onde constam todos os casos suspeitos, em monitoramento, descartados e confirmados de coronavírus no município.

Campo Verde apresenta o seguinte panorama: 5 casos descartados, 4 em monitoramento e dois casos em que os pacientes estão em isolamento domiciliar, porém apresentam estado de saúde estável e sem dificuldade respiratória.

Em todo Mato Grosso, de acordo com a SES, existem 210 casos suspeitos, 6 confirmados, 37 descartados e nenhum óbito. A Nota Informativa é do dia 23.

Esclarecimento: A Secretaria Municipal de Saúde de Campo Verde esclarece que uma informação veiculada na tarde desta segunda-feira (23), não corresponde à realidade do Município e foi postada erroneamente na página oficial da Prefeitura no facebook.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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