“Prisão de ex-ministro”

“Lula, Wellington e Bolsonaro”: Algo em comum

Senador no governo petista mudou para bolsonarista, mas segue o mesmo caminho

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Política

Foto: Divulgação

Agora é a hora da “onça beber água”, com o fato da prisão do ex-ministro da educação, Milton Ribeiro, não tem como afirmar que os “respingos” ou até mesmo “nódoas”, poderão atingir a imagem do presidente, Jair Bolsonaro resultando em alterações das ações dos pré-candidatos, que até ontem, juravam ser o detentor do apoio Bolsonarista.

As próximas horas, com a expectativa das prisões dos envolvidos no suposto esquema com o ex-ministro, vão aquecer ainda mais as ações políticas em Mato Grosso. É correto afirmar que surpresas e decepções são iminentes, revelando de fato as intenções de determinados agentes políticos, que não vão hesitar, em mudar o discurso, postura, conduta, para buscar sobreviver mediante a crise que está se instaurando.

Como vai ficar agora a situação do senador, Wellington Fagundes (PL) que é pré-candidato a reeleição, com o suposto apoio do presidente, Bolsonaro. Já que nem todos políticos estão dispostos em honrar com a palavra, ao ter a imagem prejudicada por supostas irregularidades alheias.

Segundo fontes e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, atravessar crises políticas, processos, investigações e prisões, não é mais novidade para o pré-candidato W.F. que fez parte do governo petista, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que resultou em várias prisões pelo Brasil todo, e que essa agora na gestão Bolsonaro é uma “marola”, referente as tempestades ultrapassadas da gestão passada.

Diante dos fatos, é correto afirmar que ele, além de senador, foi deputado federal na gestão petista, em várias situações fez parte da base governista, e que hoje, por forças ocultas, mudou de lado, mas pelo que tudo indica, segue o mesmo caminho, resta saber qual será o rumo da “conveniência” adotado para tentar salvar a pré-campanha, em busca de se manter na vida pública.

Com todo esse acontecimento, muitos devem mudar, seja de lado, conduta e discurso, já que se trata de um ex-ministro preso pela Polícia Federal, acusado de esquemas, envolvendo pastores de igreja, um conjunto que atinge diretamente um lado na disputa eleitoral no Brasil.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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