“Nem por Deus”

Mais uma rejeição marca trajetória de Wellington rumo a reeleição ao Senado

Representantes da Assembleia de Deus confirmaram apoios para outros nomes

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Política

Foto: Divulgação

A sequência de ações que vão na contramão dos projetos de reeleição do senador, Wellington Fagundes (PL), começou a desmoronar o “Reino Encantado”, que vislumbrava a perpetuação da sua pessoa na vida pública. Já não bastava todas as dificuldades, os concorrentes, agora o anúncio dos representantes da Assembleia de Deus, deixou bem claro a exclusão do senador, para apoiar um representante da Igreja.

Para quem vem acompanhado as ações da política no estado, o senador que hora é visto em eventos católicos, evangélicos entre outros, estando com todos sem se comprometer com ninguém, parece que está recebendo um pouco do que plantou.

Segundo fontes e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, se tratando de religião, o senador supostamente estaria com a agenda lotada, sendo que na sexta-feira, “bateria uma curimba e o pezinho no terreiro de Candomblé, fazendo pedido a Exu. No sábado pela manhã compartilha com os Adventistas, no final da tarde vai até tomar um passe com os Espíritas. No Domingo, glorifica de pé na Igreja evangélica, e a noite reza terço com os católicos”.

Pelo que tudo indica, os evangélicos já reconheceram as ações do WF, e preferiram apoiar um representante da Assembleia, neste sentido, os cristãos devem seguir o mesmo caminho, assim, a missão praticamente impossível deverá ficar por conta de Exu, que terá muito trabalho para atender esta demanda.

Para piorar a situação do senador, só falta o governador Mauro Mendes desistir da reeleição ou anunciar apoio para outro pré-candidato, já que o discurso do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) mudou o “tom”, mostrando que a sigla tem outras opções no Estado.

A reviravolta é certa, outros nomes estão surgindo, as mulheres agora têm opção, os cristãos têm seus representantes, o que era visto como exclusividade, apoios da maioria das lideranças, já não é mais o mesmo, a contabilidade terá muito trabalho para readequação, porque a polarização dos votos, vai prejudicar o que era visto como favorito, e beneficiar os mais, unidos, coesos, com melhores propostas e menor rejeição.

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Max Russi reúne multidão em lançamento e ganha projeção para 2030

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O deputado estadual Max Russi (Podemos) deu a largada oficial à campanha pela reeleição à Assembleia Legislativa de Mato Grosso em um ato que reuniu mais de 5 mil pessoas na noite de quarta-feira (9), na Musiva, em Cuiabá. O evento reuniu apoiadores de diversas regiões do Estado e também importantes lideranças políticas.

Atual presidente da Assembleia Legislativa, Max teve ao seu lado no palanque o ex-governador Mauro Mendes (União) e a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que disputa uma das duas vagas de Mato Grosso ao Senado. A presença dos dois reforçou o peso político do evento e a articulação construída em torno da candidatura do parlamentar.

Durante o discurso, Janaina lembrou que Max chegou a ser cotado para disputar o Governo de Mato Grosso nas eleições deste ano. “Neste ano, o Max Russi seria o governador de Mato Grosso. Não deu para ser dessa vez”, afirmou.

A deputada, porém, já projetou o futuro político do aliado e declarou esperar que ele entre na disputa pelo Palácio Paiaguás em 2030. “Eu sei que Deus vai me abençoar com o apoio de vocês, eu serei senadora e, em 2030, Max, eu vou estar aqui para te ver governador de Mato Grosso”, disse Janaina.

Além da projeção para a próxima eleição estadual, Janaina também sinalizou apoio à permanência de Max no comando da Assembleia. Ela afirmou que, caso o MDB consiga eleger quatro ou cinco deputados estaduais, a bancada deverá apoiar Russi para continuar na presidência da Casa. “Se nós elegermos quatro, cinco estaduais, todos vão votar no Max para presidente da Assembleia Legislativa”, declarou.

Max foi eleito presidente da ALMT para o biênio 2025-2027. Para continuar à frente do Legislativo, entretanto, precisará primeiro renovar o mandato nas urnas e, posteriormente, construir maioria entre os deputados eleitos para a próxima legislatura.

Com a Musiva lotada e a presença de aliados de diferentes regiões, o lançamento consolidou a largada eleitoral de Max Russi e também expôs um movimento político que vai além de 2026, com aliados já colocando o deputado entre os nomes que podem disputar o Governo de Mato Grosso em 2030.



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