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Rondonópolis confirma dois novos casos; Pacientes aguardam confirmação do Lacen

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Da Redação

A secretaria de Saúde de Rondonópolis (218 km de Cuiabá) confirmou o segundo caso do novo coronavírus na cidade, a secretaria informou ainda que existem outros dezesseis casos suspeitos do vírus.

Os dois casos confirmados foram analisados através de “prova e contraprova” na rede particular de saúde, os casos agora aguardam a confirmação do Laboratório Central de Cuiabá (Lacen) no qual é integrado ao Sistema Único de Saúde (SUS), este é o protocolo adotado pelo Ministério da Saúde para a confirmação dos casos.

Até o momento foram confirmados dois casos no Estado, os pacientes diagnosticados estão sendo monitorados pelo sistema de saúde do Estado, outros 183 casos são colocados como suspeitos e também são monitorados.

Além destes dois novos casos que estão aguardando confirmação do Lacen, existe um outro caso que também está aguardando a confirmação, este seria de Cuiabá.

Durante entrevista coletiva do Ministério da Saúde na tarde deste domingo (22), o ministro Luiz Henrique Mandetta afirmou que a transmissão é coletiva em todo o país e por este motivo o ministério não irá mais divulgar o número de casos suspeitos, Mandetta argumenta que a partir deste momento todos os casos de resfriados passam a ser automaticamente casos suspeitos.

Atualmente foram confirmados mais de 1.600 casos da doença em todos os Estados da Federação, no total são vinte e cinco mortes, sendo que vinte e duas são em São Paulo.

Recomendações:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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