Dom Pedro II Presidente Médici

Governo conclui 1ª etapa da reforma em Escola Estadual Militar

Orçada em R$ 5,3 milhões, a obra faz parte de um pacote de investimentos que beneficia 53 escolas de Cuiabá e Várzea Grande

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Política

Foto: Wesley Rodrigues

O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), concluiu a primeira fase da obra de revitalização e modernização da Escola Estadual Militar Dom Pedro II – Presidente Médici, em Cuiabá. Orçada em R$ 5,3 milhões, a obra faz parte de um pacote de investimentos que beneficia 53 escolas de Cuiabá e Várzea Grande, com recursos totais na ordem de R$ 120 milhões.

Na Escola Estadual Militar Dom Pedro II – Presidente Médici, a reforma é executada em três etapas, por andar, para não prejudicar o ano letivo dos estudantes. Neste primeiro momento, foi feita a modernização das salas de aula do terceiro andar, que já contam com novas mesas e cadeiras escolares, lousas de vidro e equipamentos como smart TVs e chromebooks.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, ressaltou que a modernização do espaço é resultado de investimentos consistentes que o Governo do Estado vem fazendo na Educação. “Com essa obra na Dom Pedro II, a unidade busca oferecer mais conforto para os alunos e profissionais da Educação”, pontuou. 

Ainda conforme Alan, uma das principais mudanças na escola é a reforma do elevador, que poderá auxiliar alunos a se locomoverem entre os três pavimentos da escola. “Investir na infraestrutura educacional é fundamental para maximizar a aprendizagem dos estudantes, oferecendo os recursos necessários para que eles se desenvolvam”, completou.

A meta da Seduc é dotar a Escola Estadual Militar Dom Pedro II de espaços que ofereçam mais conforto, bem-estar e possibilidades de crescimento intelectual. Por isso, a escola passa por mudanças desde o início da atual gestão, adotando a nova nomenclatura e investindo na humanização do ambiente que acolhe diariamente mais de 1.800 alunos e funcionários. Os equipamentos tecnológicos entregues à unidade já estão sendo utilizados e vêm contribuindo para ajudar na busca pelo conhecimento, por meio de um moderno sistema de conectividade.

Para o diretor da unidade, tenente-coronel BM João Paulo Nunes de Queiroz, o investimento representa a revitalização de um patrimônio tradicional, e sua melhoria vai refletir no campo pedagógico. “A comunidade escolar, que inclui os pais, funcionários, alunos e professores, merecem essa reforma. Não há dúvida de que todo esse investimento vai proporcionar melhorias a médio prazo para a nossa instituição”, avaliou.

O secretário da escola, André Härter, também pontuou a mudança gradativa vai muito além de obras físicas: está ligada à melhoria comportamental dos alunos, harmonia no ensino e às novas possibilidades que o investimento abrange. “Esse investimento e todas as mudanças refletem na rotina dos alunos, professores e funcionários. Existe toda uma dinâmica de encadeamento. É um verdadeiro benefício para toda a nossa equipe”, afirmou.

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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