“Todos atendidos”
Prefeitura de Rosário Oeste zera fila de espera por cirurgias
Um desafio que já foi considerado impossível, sistema de saúde municipal é referência na região.
Política
Há cerca de um ano e meio, quando Alex Berto assumiu o mandato de prefeito de Rosário Oeste, que o sistema de saúde municipal foi considerado um verdadeiro desafio, com fortes indícios de fechamento da principal unidade, devido as dificuldades financeiras e administrativa do Hospital Amparo.
Entre fechar a unidade deixando na mão milhares de pacientes, o prefeito decidiu trabalhar, para atender as necessidades das pessoas que vivem em Rosário Oeste. O que de princípio foi considerado praticamente uma “missão impossível”, a gestão Alex Berto encarou como meta e desafio.
Um ano e meio depois, o cotidiano é outro, da realidade de crise, a gestão criou o “Programa Fila Zero”, para diminuir e acabar com o período de espera dos pacientes por cirurgias eletivas no município.
Assim, o Hospital Amparo saiu da “sobra do fechamento”, para realização de cirurgias. Aquelas pessoas que ficavam dias, meses e anos, em busca por atendimentos simples e especializados em outros municípios, como Cuiabá, Várzea Grande e Nobres, hoje já foram todos atendidos em Rosário Oeste.

Foto: Assessoria/Rosário Oeste
“Depois de décadas crianças voltam a nascer no Hospital Amparo”.
O prefeito Alex Berto fez questão de anunciar nos últimos dias, durante o aniversário da cidade, que a meta foi atingida, o Programa Fila Zero conseguiu atender todos os pacientes que estavam aguardando por cirurgias.
“Graças a Deus e ao empenho de todos profissionais, conseguimos reverter a situação do sistema de saúde municipal, hoje, além de atender a nossa população, já estamos entrando em contato com outros municípios, para formalizar uma parceira de atendimento de pessoas que vivem em outra região”, ressaltou Alex Berto.
Entre os 13 municípios que compõe a “Baixada Cuiabana”, até então, Rosário Oeste é o primeiro que anunciou fila zero por cirurgia no município.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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