"Compromisso"

Botelho destaca início da obra de pavimentação no Distrito Aguaçu

Comunidades vizinhas, como a do Machado também serão contempladas

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Política

Foto: Maurício Barbant/ALMT

O deputado Eduardo Botelho (União Brasil), presidente da Assembleia Legislativa, comemorou o início das obras de pavimentação no distrito Aguaçu e comunidades vizinhas, como a do Machado, em Cuiabá. Resultado do trabalho do parlamentar com os moradores da região, que há anos lutam pelo benefício, que promoverá o desenvolvimento e qualidade de vida, já que sofrem com muita lama e poeira, dependendo da estação do ano.

A ordem de serviço foi dada pelo governo do estado e as máquinas já começaram o trabalho para pavimentar 26 km da região, passando pelas MT’s 401 e 402, saindo do trecho de acesso da empresa Votorantim, passando pelas comunidades Machado e Aguaçu, beneficiando também Sucuri, Bandeira, entre outras.

“Fiquei muito feliz quando recebi o diário da publicação da obra que vai de Cuiabá até o distrito Aguaçu. Uma obra que destinei recursos da Assembleia, que teve emenda do deputado Neri Geller (Progressistas). Então, é uma obra em que várias pessoas trabalharam e a autorização, evidentemente, do governador Mauro Mendes (União). Foi uma luta de muitos anos, décadas, um sonho que estamos realizando e as máquinas já estão a todo vapor no local”, disse Botelho.

O líder comunitário, Derlei Primo, também comemorou o resultado. “Fomos contemplados com a nossa pavimentação de 10 quilômetros na comunidade Aguaçu, quero agradecer o nosso deputado que está à frente de toda essa ação”, reconheceu.

Com uma propriedade no Aguaçu, a servidora pública Nélis Maia está feliz com os investimentos. “Queremos agradecer o deputado Botelho pelo empenho à pavimentação asfáltica da nossa região. Os produtores rurais esperam mais facilidade para o escoamento da produção, melhorando o desempenho econômico da região, assim trazendo benefício para nós produtores, bem como para toda a comunidade”, afirmou Nelis.  

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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