“Sem Lula nem Bolsonaro”

Terceira via movimenta disputa eleitoral ao Senado da República em MT

Mulheres terão opção de votar em uma representante nas próximas eleições.

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Política

Foto: Divulgação/Redes Sociais.

Natasha Slhessarenko (PSB), o nome que vem movimentando o cenário da política em Mato Grosso, referente a disputa ao Senado da República, já muitos eleitores (as) estavam se sentindo órfão, já nesta disputa ainda não tinha aparecido uma mulher como pré-candidata, como também, uma opção que não carregasse a bandeira, Lula ou Bolsonaro.

Desde o início do ano, os holofotes ficaram por conta do deputado federal, Neri Geller (PP) e o senador, Wellington Fagundes (PL). De acordo com informações do “Aracuã do Pantanal”, eles travaram vários duelos, seja pelo apoio do presidente, Jair Bolsonaro (PL), como também, do governador Mauro Mendes, para potencializar o grupo na disputa eleitoral.

O apoio do presidente, já está mais que declarado para Wellington Fagundes, porém do governador, a decisão ainda continua oculta, por outro lado, Neri Geller é apadrinhado pelo ex-governador, Blairo Maggi, considerado por muitos, a maior liderança política do estado de Mato Grosso.

Como dois homens travam a disputa, as eleitoras se viam sem uma representante como opção, eis que surge o nome de Natasha Slhessarenko, pré-candidata, aquecendo ainda mais a disputa pelo Senado da República.

Além de ser representante das mulheres, com uma pré-candidatura independente, Natasha atende a reivindicação do eleitorado que não quer votar em representantes, seja de Lula ou Bolsonaro, como também, em Neri ou Wellington.

A médica desde o princípio da sua primeira “corrida” eleitoral, apresentou discursos bem distinto dos seus adversários, afirmando que a situação política e administrativa do País é grave, semelhante ao de uma paciente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e que necessita urgentemente de ações que beneficiam verdadeiramente a população, o trabalhador, aqueles menos favorecidos.

Se tanto para Wellington Fagundes, como também, para Neri Geller, as condições apresentavam determinadas dificuldades, com a confirmação da pré-candidata Natasha, o “termômetro tende a subir as temperaturas”, já que o eleitorado feminino tem todas condições de proporcionar uma reviravolta nessas eleições.

Para quem achava que estava difícil, pode se preparar, porque para as mulheres e os indecisos, uma nova opção já está à disposição.

 

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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