“W.O POR TERRA”

“Oposição quieta ou discreta?”: movimentações ocultas levantam suspeitas de disputa acirrada pelo Paiaguás

Eleições 2022: previsão de “passeio no parquinho” começa a dar lugar ao “campo de batalha”

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Política

Foto: Michel Alvim - SECOM/MT

Quem é oposição ao governo de Mato Grosso? Reuniões e mais encontros, marcam movimentação, enquanto o grupo da base percorre o interior do estado, em Cuiabá e Várzea Grande, as portas não param de abrir e fechar, é gente entrando e saindo das salas, os corredores das Câmaras Municipais e Prefeituras, estão mais movimentados do que os terminais de ônibus no horário de pico.

Se por um lado existe a turma do já ganhou, apostando no suposto grupo coeso, com a “máquina nas mãos”, entregando, lançando obras, em várias regiões do estado, pagando salário do servidor público em dia, apresentando investimentos no desenvolvimento da região, que vão de encontro com as necessidades das pessoas, por outro, existe a ala dos descontentes, esquecidos, revoltosos ou simplesmente, independentes que buscam o seu “lugar ao sol”.

Foto: assessoria

Coincidência ou não, há cerca de 20 anos, um fato semelhante lembra o cenário da disputa eleitoral em Mato Grosso. Quem nunca ouviu falar de Dante Martins de Oliveira, saudoso ex-governador do estado, o “homem das diretas já”? Na época, ele era líder do então tido como o grupo político mais forte da região, tendo como pré-candidato ao governo, Antero Paes de Barros, que já despontava nas primeiras pesquisas, com uma larga vantagem sobre qualquer adversário, entre 70% a 80% das intenções de votos.

“Já ganhou”, “mais forte que a gente não tem”, “pode preparar o terno da posse”, essas e outras frases assegurando a vitória, antes mesmo do “jogo” começar, ecoava pelos quatro cantos de Mato Grosso.

Até que uma frente fria vinda do Sul, despencou a temperatura dos sonhadores e otimistas, que já vislumbravam com poder, pegando os desavisados de surpresa, mostrando que nem tudo estava tão bem, quanto eles demonstravam.

Assim como aconteceu em 2001, quando o grupo do então governador, Dante de Martins de Oliveira, já cantava vitória, eis que surge um nome, tirando do pedestal aqueles que se achavam intocáveis, imbatíveis, já que supostamente contavam com cerca de 80% das intenções de votos, contra adversários que não apareciam nem com 10%.

Fatos históricos comprovam, que nem nos piores pesadelos, depois do filme de sexta-feira 13, eles poderiam ao menos prever que iriam perder a disputa eleitoral, para quem apareceu com apenas 3% das intenções de votos nas primeiras pesquisas.

Pode até parecer roteiro de filme, mas é fato, realidade, aconteceu, foi na palma da mão, na mão de quem sabe, que a reviravolta na disputa política mudou a história da região, será que povo de Mato Grosso verá o remake nesta eleição? De acordo com o “Aracuã do Pantanal”, o jogo mal começou, e a vitória é só depois da contagem do último voto.

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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