"Utilidade"

Deputado cobra que leitos de UTI desativados sejam destinados a hospitais do interior

O objetivo é que os aparelhos que eram utilizados nos leitos de tratamento da covid-19 sejam destinados para os hospitais de pequeno porte.

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Política

O deputado estadual Dr. Gimenez (PSD) cobrou, durante a sessão ordinária dessa quarta-feira (18), na Assembleia Legislativa, a destinação dos equipamentos dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), que foram desativados após a pandemia da covid-19, para atender a demanda dos Hospitais de Pequeno Porte (HPP) no interior do estado. 

Dr. Gimenez, que preside a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, afirmou que tempos atrás conversou com o governador Mauro Mendes para que, assim que os leitos de UTI fossem desativados, os aparelhos que deixaram de ser usados nos leitos pudessem ser compartilhados com outros hospitais para dar celeridade aos procedimentos eletivos suspensos durante a pandemia. 

“Com certeza sobraram camas, monitores e bombas de infusão. Isso melhoraria a resolutividade das unidades e aumentaria a celeridade de tal forma que nós conseguiríamos parar de vez com a ambulancioterapia. Ambulância não cura ninguém. Nós temos que aumentar a resolução lá no hospital de pequeno porte para não sobrecarregar os hospitais regionais e, consequentemente, não sobrecarregar os hospitais de ponta da capital”, pontuou.

O parlamentar ainda ressaltou que a celeridade nos procedimentos eletivos é questão de urgência e que a fila de pessoas aguardando cirurgia tem aumentado. 

“Tem cirurgia atrasada como, por exemplo, cirurgia pediátrica de otorrino. Tem criança que passou a pandemia inteira com respiração dificultosa por amígdala grande, adenoide grande e isso é só um exemplo. Agora imagina quantas pessoas estão aguardando cirurgia geral. Mulheres com sangramento aguardando cirurgia ginecológica. Precisamos implementar mais e dar celeridade nas cirurgias. Nós precisamos de rapidez, a fila é muito grande e é do nosso interesse que esse pessoal seja atendido”, concluiu.

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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