"Na contramão"

Galvan diz que Wellington não representa a direita bolsonarista de MT

Líder do Movimento Brasil Verde e Amarelo, Galvan afirma que os bolsonaristas sabem que o presidente teve que filiar no PL por uma questão eleitoral e de governabilidade.

Publicado em

Política

Foto: Facebook/Divulgação

O presidente da Aprosoja Brasil e pré-candidato ao Senado Federal, Antônio Galvan (PTB), crítica o oportunismo político de pré-candidatos que se intitulam aliados do presidente Jair Bolsonaro, mas sempre atuaram como base de apoio dos governos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT) como é o caso do senador Wellington Fagundes (PL). Para Galvan, Wellington, que é pré-candidato à reeleição, não vai receber o apoio do eleitor conservador de Mato Grosso mesmo estando filiado no mesmo partido que o presidente da República.

“Como militante de direita e apoiador de Bolsonaro posso assegurar que o eleitor bolsonarista não acredita nessa repentina lealdade de Wellington ao presidente. O fato é que ninguém acredita que Wellington é Bolsonaro. Ele [Wellington] sempre esteve ao lado da esquerda e na linha de frente dos apoiadores dos governos do PT e PSDB no Congresso Nacional. Para Wellington, mais conhecido como candidato ‘melancia’ (verde por fora e vermelho por dentro), vale tudo para tentar não ficar sem mandato”, dispara o pré-candidato do PTB.

Líder do Movimento Brasil Verde e Amarelo, Galvan afirma que os bolsonaristas sabem que o presidente teve que filiar no PL por uma questão eleitoral e de governabilidade. “Os eleitores vão definir seu voto analisando o histórico de coerência e lealdade do candidato com as pautas conservadores e com o presidente Bolsonaro”, reforça Galvan.

Considerado um dos principais nomes da direita em Mato Grosso, Galvan cobra um posicionamento dos senadores, especialmente do Wellington Fagundes, que é do mesmo partido de Bolsonaro, com relação ao caso do deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ). “O silêncio dos senadores com relação ao Supremo Tribunal Federal (STF) é decepcionante. Falta coragem e vontade, em especial do senador Wellington Fagundes, para defender o governo Bolsonaro e apontar os abusos que alguns Poderes estão cometendo em nosso país”,

Com apoio do presidente nacional e estadual do PTB, Galvan vem trabalhando para definir sua chapa de suplentes e organizar uma base de apoio à reeleição de Bolsonaro. Nos próximos dias, o pré-candidato a senador informou que o PTB fará encontros de mulheres, da juventude e religioso do PTB.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Max Russi reúne multidão em lançamento e ganha projeção para 2030

Publicados

em


O deputado estadual Max Russi (Podemos) deu a largada oficial à campanha pela reeleição à Assembleia Legislativa de Mato Grosso em um ato que reuniu mais de 5 mil pessoas na noite de quarta-feira (9), na Musiva, em Cuiabá. O evento reuniu apoiadores de diversas regiões do Estado e também importantes lideranças políticas.

Atual presidente da Assembleia Legislativa, Max teve ao seu lado no palanque o ex-governador Mauro Mendes (União) e a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que disputa uma das duas vagas de Mato Grosso ao Senado. A presença dos dois reforçou o peso político do evento e a articulação construída em torno da candidatura do parlamentar.

Durante o discurso, Janaina lembrou que Max chegou a ser cotado para disputar o Governo de Mato Grosso nas eleições deste ano. “Neste ano, o Max Russi seria o governador de Mato Grosso. Não deu para ser dessa vez”, afirmou.

A deputada, porém, já projetou o futuro político do aliado e declarou esperar que ele entre na disputa pelo Palácio Paiaguás em 2030. “Eu sei que Deus vai me abençoar com o apoio de vocês, eu serei senadora e, em 2030, Max, eu vou estar aqui para te ver governador de Mato Grosso”, disse Janaina.

Além da projeção para a próxima eleição estadual, Janaina também sinalizou apoio à permanência de Max no comando da Assembleia. Ela afirmou que, caso o MDB consiga eleger quatro ou cinco deputados estaduais, a bancada deverá apoiar Russi para continuar na presidência da Casa. “Se nós elegermos quatro, cinco estaduais, todos vão votar no Max para presidente da Assembleia Legislativa”, declarou.

Max foi eleito presidente da ALMT para o biênio 2025-2027. Para continuar à frente do Legislativo, entretanto, precisará primeiro renovar o mandato nas urnas e, posteriormente, construir maioria entre os deputados eleitos para a próxima legislatura.

Com a Musiva lotada e a presença de aliados de diferentes regiões, o lançamento consolidou a largada eleitoral de Max Russi e também expôs um movimento político que vai além de 2026, com aliados já colocando o deputado entre os nomes que podem disputar o Governo de Mato Grosso em 2030.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA