“Racha”

Lideranças Bolsonaristas seguem na contramão rumo as eleições em MT

Wellington, Barbudo, Victorio entre outros desafinam e não seguem o mesmo tom

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Política

Foto: Divulgação/ Facebook

No mundo da política não dá para fingir que serve dois líderes, pelo contrário, aquele que não tomar partido, e pertencer a um grupo, segue o caminho do “caititu fora do bando e vira comida de onça”, assim é um partido rachado pelas suas lideranças, com cada um pendendo para lados opostos, como vem mostrando o senador Wellington Fagundes (PL) e o deputado federal, Nelson Barbudo (PL).

De acordo com os acontecimentos dos últimos dias, as informações publicadas nas redes sociais do ex-deputado federal, Victorio Galli (PTB), mostram o verdadeiro racha entre as lideranças dos partidos, que apoiam os pré-candidatos, seja o governador do estado, Mauro Mendes e o presidente, Jair Bolsonaro.

Foto: Agência Senado

“A incompatibilidade entre as lideranças podem atrapalhar a viabilidade política de Bolsonaro em Mato Grosso”.

Neste caso, o presidente teria chamado a sua base no estado, para que tomassem postura de apoiadores, ou que no mínimo, não atrapalhassem o desenvolvimento das ações do governo do estado. Pronto, o mal-estar foi criado, entre a ala que já está apoiando os projetos de reeleição, contra os duvidosos e revoltados.

Como as ações e declarações, na sua maioria foram divulgadas nas redes sociais, um verdadeiro constrangimento foi criando entre várias lideranças, que de momento estão se evitando, mostrando o racha no grupo.

Foto: Mayke Toscano Secom MT

Não é de hoje que o nome do senador, Wellington Fagundes vem causando alvoroço no cenário da disputa eleitoral, pelo contrário, até quando estava totalmente enfraquecido, com a população cogitando uma possível disputa para deputado federal, buscando neste caminho uma forma de permanecer na vida pública, ele agitava os bastidores. Agora, depois da filiação e apoio do presidente, Jair Bolsonaro, várias opções já foram apontadas, inclusive disputar o Governo do Estado.

Neste período que antecede a eleição, as discussões entre as principais lideranças dos partidos de apoio, revelando um racha, mostra que muitas coisas estão por acontecer, seja a formação de um bloco independente, ou até mesmo, a migração para apoiar os adversários.

“Pelo andar da carruagem”, os atos com características de imposição do senador, seja de forma direta ou indireta, via meios estadual e federal, está mais afugentando do que agregando, com a suposta provocação de um racha nesta altura do campeonato, o caminho solitário será o mais indicado para tanta imposição.

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Presidente da Comissão de Infraestrutura, Moretto, cobra agilidade e soluções para destravar obras em Mato Grosso

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O presidente da Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transporte da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos), cobrou agilidade na execução de obras públicas e soluções para entraves que prejudicam o desenvolvimento da infraestrutura estadual. Durante reunião realizada nesta terça-feira (27), o parlamentar destacou a necessidade de revisar preço, fiscalizar o cumprimento dos contratos e melhorar o diálogo com as empresas e produtores rurais.

Moretto chamou a atenção para obras atrasadas na Região Oeste, onde produtores contribuíram com projetos e áreas necessárias à execução dos serviços. Ele criticou empresas que assumem contratos sem capacidade para cumprir os cronogramas e defendeu mais responsabilidade na execução das obras.

“Toda empresa é bem-vinda, mas precisa pegar a obra, trabalhar e entregar para a nossa população”, afirmou.

Outro problema apontado pelo parlamentar envolve a liberação de áreas e cascalheiras, que podem provocar paralisações, alterações nos projetos e aumento dos custos. Moretto defendeu maior agilidade nos processos para solução dessas situações, respeitando a legislação.

O deputado Nininho (Republicanos) participou da reunião e também defendeu a revisão de preços e fiscalização de obras, considerando o aumento dos custos de insumos e mão de obra. Para ele, é necessário buscar um equilíbrio que permita às empresas continuarem atuando, executando obras de qualidade e mantendo a saúde financeira.

“Precisamos fazer essa intermediação junto ao governo, à secretaria e ao Sindicato da Construção para encontrar um meio-termo que seja justo. Só se faz uma obra de qualidade quando se tem um preço justo”, destacou Nininho.

Como encaminhamento, os parlamentares propuseram reuniões e ou audiências públicas com representantes de Sindicatos Rurais, empresas e com a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) para discutir os entraves e buscar soluções conjuntas.

“A infraestrutura não pode ser lenta e demorada em um estado que anda tão rápido”, ressaltou Moretto, ao reafirmar o compromisso da comissão com o avanço das obras e o desenvolvimento de Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT



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