"Alívio"

Valor da cesta básica em Cuiabá cai pela segunda semana consecutiva

A redução de R$ 18,73 no valor da cesta básica foi puxada, principalmente, pelo tomate, que registrou queda de 11,14% na semana passada e de 19,75% no mês.

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Economia

Foto: Assessoria/Fecomércio

A quarta e última semana de abril apresentou a segunda retração consecutiva no valor da cesta básica cobrado em Cuiabá, segundo levantamento do Instituto e Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT). Dessa vez, a queda observada foi de 2,56% sobre a terceira semana de abril, com os 13 produtos analisados sendo vendidos, em média, por R$ 712,80. Na semana anterior, o custo foi de R$ R$ 731,53.

A redução de R$ 18,73 no valor da cesta básica foi puxada, principalmente, pelo tomate, que registrou queda de 11,14% na semana passada e de 19,75% no mês. A batata – que apresentou alta nas últimas três semanas – teve redução de 9,02% na última semana de abril. Já a banana mostrou redução de 6,49% no valor cobrado nos mercados.

Segundo a análise do IPF-MT, com a demanda normalizada após os feriados de Sexta-Feira Santa e de Tiradentes, a maioria dos produtos que compõem a cesta voltou a apresentar queda, reflexo da boa colheita, com as chuvas favorecendo a oferta de alguns produtos no mercado, reduzindo, assim, os preços dos alimentos.

Ainda assim, para o superintendente da Fecomércio-MT, Igor Cunha, o valor da cesta básica continua crescendo no acumulado do mês, em consequência de fatores, principalmente, externos. “O aumento do petróleo e a guerra entre Rússia e a Ucrânia continuam a influenciar as altas expansivas desde março desse ano”.

No entanto, ele destaca que a economia tem se habituado ao mercado, contribuindo para uma menor taxa de crescimento nos preços dos produtos. “O cenário é promissor dentro do estado, já que a melhora da situação econômica, em razão das boas condições do comércio e serviços, possibilita um aumento na renda e, consequentemente, um aumento no poder de compra das famílias mato-grossenses”, finalizou.

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Combustíveis e agricultura familiar recebem quase R$ 7 bi em créditos

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O governo federal publicou nesta terça-feira (8) duas medidas provisórias que autorizam a abertura de créditos extraordinários que somam R$ 6,98 bilhões. Os recursos serão destinados ao financiamento de subsídios para combustíveis e ao fortalecimento da agricultura familiar por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

A maior parte dos recursos, R$ 6,605 bilhões, foi autorizada pela Medida Provisória nº 1.389 e será destinada ao Ministério de Minas e Energia, por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Do total, R$ 5,607 bilhões serão aplicados na subvenção econômica à produção e à importação de óleo diesel de uso rodoviário, de acordo com a Medida Provisória nº 1.363. Outros R$ 998 milhões serão direcionados à subvenção econômica para produção e importação de combustíveis derivados de petróleo.

Agricultura familiar

Também foi publicada a Medida Provisória nº 1.390, que abre crédito extraordinário de R$ 375 milhões ao Pronaf, sob supervisão da Secretaria do Tesouro Nacional, vinculada ao Ministério da Fazenda.

Os recursos serão destinados ao financiamento de operações de crédito no âmbito do principal programa federal de apoio à agricultura familiar, para a produção de alimentos.

Constituição Federal

As duas medidas provisórias foram editadas com base nos artigos 62 e 167 da Constituição Federal, que permitem a abertura de créditos extraordinários por ato do Executivo em situações consideradas urgentes e relevantes.



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