Reconhecimento

Neri Geller é homenageado por trabalho prestado ao povo Xavante em MT

A homenagem ocorreu durante reunião com o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Augusto Xavier da Silva

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Foto: Câmara Federal

Lideranças Xavante do município de Novo São Joaquim, entregaram na última terça-feira (26), uma placa de reconhecimento ao trabalho realizado pelo deputado federal Neri Geller (PP), ao povo Xavante em Mato Grosso.

A homenagem ocorreu durante reunião com o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Augusto Xavier da Silva, o superintendente de Assuntos Indígenas, Agnaldo Santos, e o coordenador regional da Funai em Cuiabá, Benedito Garcia, na qual foi entregue o protocolo de abertura da Cooperativa Indígena de Volta Grande (Cooivg).

O território indígena da aldeia Volta Grande, de etnia Xavante, está localizado no município de Novo São Joaquim e faz parte de Sangradouro. A Cooivg já conta com 250 hectares de área plantada de milho e soja e espera colher a primeira safra em julho. A cooperativa está se preparando para ampliar a área cultivada para mil hectares no próximo ciclo.

O cacique Geraldo Tsadamnha, uma das lideranças presentes na reunião, afirmou que a homenagem ao deputado Neri se deve ao trabalho que o parlamentar vem fazendo para que os povos indígenas se desenvolvam e conquistem autonomia.

“O deputado abriu espaço para nós, estamos felizes. É muito importante podermos produzir em nossas áreas. O nosso povo agradece o seu trabalho em nos apoiar”, afirmou Geraldo.

O presidente da Funai também destacou que Mato Grosso é o estado mais avançado na parceria público privada que tem contribuído para transferência de conhecimento e experiência na produção agrícola.

“Temos povos indígenas que querem produzir nas suas áreas, querem trabalhar para garantir a sobrevivência do seu povo”, ponderou. Além da placa, as lideranças indígenas também entregaram uma camiseta da cooperativa ao deputado.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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