"ILEGAL"

Motorista é preso transportando 700 kg de agrotóxico ilegal

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Polícia

Foto: PRF/MT

Um motorista foi preso transportando 700 kg de agrotóxico ilegal durante fiscalização em uma carreta na BR-364, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, nessa terça-feira (22).

A Polícia Rodoviária Federal (PRF), chegou até o suspeito por meio de uma denúncia anônima de transporte e comercialização de defensivos agrícolas na região.

Na abordagem os policiais encontraram vários produtos, dentre eles 35 sacos contendo 20 kg de agrotóxico.

Segundo a polícia, a carga aparentava ser de fertilizante sulfato de manganês monohidratado 31%, enquanto que nas notas fiscais constava molibdato de sódio, outro fertilizante com as mesmas características do manganês.

Os fiscais informaram que fizeram uma análise da carga transportada e perceberam que o produto era divergente das características do produto sulfato de manganês monoidratado e molibdato de sódio.

A Polícia constatou então que o produto se tratava de benzoato, um agrotóxico, que, na maioria das vezes, tem como origem o Paraguai.

 O motorista disse para que pegou o caminhão carregado, que trabalha registrado na empresa transportadora e sai realizando as entregas conforme planejado. Disse também que realiza entrega na região de Mato Grosso constantemente e que desconhece qualquer tipo de conteúdo ilícito transportado.

 O condutor confirmou que os produtos seriam entregues nas cidades Sorriso e Lucas do Rio Verde.

O motorista foi encaminhado junto com os produtos para à Delegacia da Polícia Civil de Rondonópolis.

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Emenda de Lúdio é aprovada e vai garantir R$ 1,5 bilhão para casas populares em MT

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Nesta quarta-feira (28), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, em primeira votação, uma emenda articulada pelo deputado estadual Lúdio Cabral (PT) com lideranças partidárias para vincular o investimento de R$ 1,5 bilhão em habitação de interesse social a um empréstimo nesse mesmo valor a ser contraído pelo Governo do Estado. A emenda alterou o projeto de lei nº 795/2026, de autoria do Poder Executivo.

“No discurso, o governador disse que esses recursos seriam para habitação, mas não é, o empréstimo é para obras de infraestrutura. Eu fiz uma emenda que, felizmente, foi acatada: já que a linha de financiamento é para infraestrutura e para saneamento e não é para habitação, a emenda deixa muito claro que o Estado aplicará em ações e programas de habitação de interesse social, portanto moradia para a população mais vulnerável, recursos do Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação) em montante equivalente ao valor da operação de crédito”, disse Lúdio.

O projeto foi enviado em junho pelo governador. O texto prevê uma operação de crédito de R$ 1,5 bilhão com a Caixa Econômica Federal por meio da linha Financiamento à Infraestrutura e Saneamento (Finisa). Lúdio pontuou que o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 prevê esses recursos na Nova Rota do Oeste, uma empresa controlada pelo Governo de Mato Grosso e que opera a concessão da BR-163 de Itiquira até Sinop.

A emenda diz que “o Estado aplicará, em ações e programas de habitação de interesse social, recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação – Fethab em montante equivalente ao valor da operação de crédito autorizada por esta Lei, na mesma programação financeira da operação de crédito”.

Empréstimo caro – Lúdio criticou as condições do empréstimo com a Caixa previstos no PL nº 795/2026, com carência de apenas 12 meses, prazo para pagamento em 10 anos e, em especial, a taxa de juros do CDI mais 0,9%, o que daria juros de 13,75% ao ano, o que corresponde à taxa básica de juros, a Selic.

“A taxa de juros da Selic para investimentos públicos costuma ser usada por municípios e Estados que estejam em dificuldade financeira. Não há sentido para Mato Grosso buscar esse tipo de empréstimo com essa taxa, que hoje está em 13,75%. Normalmente, a taxa é de no máximo 6%, com uma carência longa e aqui é uma carência curta, de apenas 12 meses, e o prazo para pagar é de 10 anos, quando geralmente os prazos são de até 30 anos para pagar”, explicou Lúdio.

O deputado ponderou que votou favorável ao projeto após a inclusão de sua emenda, já que está garantida a aplicação de R$ 1,5 bilhão para casas populares.

“Vou votar favorável, porque o discurso é de que é para habitação, a emenda que nós aprovamos aqui será para habitação de interesse social para a população mais vulnerável, que não recebeu uma moradia sequer do Estado nesses últimos oito anos. Vamos fiscalizar isso e eu espero que até a segunda e última votação a gente mantenha a emenda que nós aprovamos e eu espero que, na LOA, a gente assegure esse recurso para habitação de interesse social, porque lá na Nova Rota do Oeste não é para isso”, finalizou.

Fonte: ALMT – MT



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