“Renovação 2024”
“Alex Guarani”: liderança tem nome cogitado para administrar Prefeitura “Papa Banana”
Com administração eficiente e humanizada, o empresário foi surpreendido pelo clamor social
Política
Com origens tradicionais “Papa Banana”, o empresário Alexander Rosalia, popularmente conhecido como “Alex Guarani” é apontado hoje, como uma das lideranças em ascensão, com potencial para formar base nesta eleição estadual e federal, para disputar em 2024 a Prefeitura de Nossa Senhora de Livramento.
Sendo considerado um “Papa Banana”, Alex foi criado vivenciando o cotidiano da população, seja no campo ou na cidade, é conhecedor das necessidades e prioridades de praticamente todo município, a intimidade com as pessoas e principais lideranças, elevaram o seu nome, para que seja realmente o representante do povo.
Já que a tendência do eleitorado vem se confirmando na renovação, como aconteceu nas últimas eleições, para eleição deste ano, 2022, e a de 2024, são esperados que novos nomes, venham fazer parte da história política e administrativa dos municípios.
Na eleição deste ano, que evolve as disputadas aos cargos de presidente, senador, governador, deputado federal e estadual, em entrevista exclusiva ao site de notícias www.omatogrosso.com, Alex disse que não tem nenhuma intensão em disputar cargos eletivos.
Referente as cogitações para disputar a Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento, Alex disse que depende única e exclusivamente da benção de Deus e da vontade do povo.
“Sou livramentense de corpo, alma e coração, tenho trabalhos desenvolvidos na cidade, cresci correndo por essas ruas, tomando banho no tanque grande e no córrego Santana, participei de tradições como as festas São Benedito e São Gonçalo na cidade e do Senhor Divido na comunidade rural, onde tenho amigos do Mato Cavalo, Cinquentinha, Pirizal entre outros, se for da vontade de Deus e do povo, não posso dizer não, para uma cidade que só me faz bem”, revelou Alex.
Foto: Facebook
Política
Fábio Garcia nega descumprir ordem do STF após encontro com Mauro
O deputado federal Fábio Garcia (União) negou ter violado a medida cautelar determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após dividir o mesmo palanque com o ex-governador Mauro Mendes (União) durante um evento político em Sinop. Os dois são investigados na Operação Heritage e estão proibidos de manter contato por decisão do ministro Flávio Dino.
O encontro ocorreu na sexta-feira (4), durante o lançamento da candidatura à reeleição do deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União). Fábio e Mauro estiveram no mesmo espaço e chegaram a se cumprimentar publicamente. Durante sua fala, Fábio também citou o ex-governador ao cumprimentar as autoridades presentes.
Questionado na terça-feira (8) sobre a situação, Fábio afirmou que está tranquilo e sustentou que a decisão judicial não determina uma distância física entre os investigados.
“A decisão diz que a gente não pode ter contato, não diz que a gente tem que ter uma distância de tantos metros um do outro”, afirmou.
O deputado também negou ter sido procurado pela Polícia Federal para prestar esclarecimentos sobre o episódio. “Bom, não fui chamado para nada. Sobre isso, nós estamos absolutamente tranquilos”, declarou.
Apesar da interpretação apresentada por Fábio, a Polícia Federal está analisando as imagens do evento para verificar se houve eventual descumprimento da cautelar. A decisão de Flávio Dino determina a proibição de contato entre os investigados, ressalvadas apenas as comunicações estritamente familiares.
O episódio ganhou repercussão justamente porque os dois aparecem juntos e há registros de cumprimento e de uma possível interação durante o evento. Eventual descumprimento dependerá da análise das imagens e da interpretação do alcance da ordem judicial pelo STF.
A situação também chama atenção porque o próprio Fábio havia apresentado uma interpretação diferente da medida em agosto. Na ocasião, ao desistir da candidatura a vice-governador na chapa de Otaviano Pivetta, o deputado afirmou que ele e Mauro não poderiam se comunicar e, por isso, “não podemos estar no mesmo local”. Agora, porém, Garcia sustenta que a decisão impede apenas o contato entre os dois.
Investigação sobre R$ 308 milhões
A restrição foi imposta no âmbito da Operação Heritage, que investiga suspeitas relacionadas a um acordo envolvendo o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi, com valores superiores a R$ 308 milhões, segundo as investigações. Entre as medidas determinadas pelo STF estão, além da proibição de contato, a entrega de passaportes e a proibição de saída do país.
A repercussão do encontro também foi utilizada pelo ex-governador Pedro Taques (PSB), que apresentou pedido de prisão contra Mauro Mendes e Fábio Garcia sob alegação de descumprimento das medidas cautelares. O pedido, contudo, não significa que o Judiciário tenha reconhecido até o momento a existência de uma violação.
Agora, a Polícia Federal deverá concluir a análise das imagens e, caso identifique indícios de descumprimento, o episódio poderá ser submetido ao ministro Flávio Dino para avaliação das providências cabíveis.
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