"Agricultura"
Emenda de Max Russi garante plantio sustentável em aldeias do Araguaia
Ação vai beneficiar mais de 3000 indígenas com a aplicação de recursos aportados pelo parlamentar.
Política
Foi apresentado nesta quinta-feira (10), na Secretaria de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf), o convênio que vai colocar em prática um projeto de plantio sustentável de arroz em 67 aldeias indígenas Xavantes e Bororo de General Carneiro, município da região do Araguaia, localizado a 455 quilômetros de Cuiabá. Uma parcela do investimento, na ordem de R$ 1,18 milhão, faz parte de uma emenda parlamentar destinada pelo primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB).
A partir da assinatura do Termo de Cooperação Técnica, anexada à documentação apresentada à Seaf, o “Projeto de Segurança Alimentar Povos Indígenas” prevê atendimento de duas etnias, sendo 60 hectares pertencentes às áreas da Sangradouro e 50 hectares das terras Merure. Ao todo, serão mais de 3 mil beneficiados por conta da parceria entre a Fundação Nacional do Índio (Funai), além dos governos estadual e municipal.
De acordo o prefeito de General Carneiro, Marcelo Aquino (PL), na primeira etapa está prevista a plantação e colheita de 110 hectares, a partir dos recursos aportados pelo deputado Max Russi para a Seaf. Além disso, os indígenas serão comtemplados com cursos voltados às atividades agrícolas, como o de operador de maquinários rurais.
“Esse é uma passo muito importante na cultura indígena, somos o primeiro município a plantar, o primeiro do Estado e até do Brasil. Vamos tirar mais de três mil indígenas da dificuldade e já tínhamos esse plano de governo. Então falamos com o deputado Max e ele se prontificou a nos destinar essa emenda. Tudo isso está acontecendo também graças à atuação do deputado, que aportou recursos para a Seaf”, avaliou Marcelo.
O primeiro-secretário do Legislativo também considera o projeto de plantio sustentável como um verdadeiro avanço, tendo em vista a auto sustentabilidade indígena, assim como o benefício social, econômico e ecológico.
“Esse é um projeto gigante e inédito, do prefeito Marcelo Aquino para região indígena do Araguaia. E quem ganha são os povos indígenas, sem interferência alguma. Esse projeto vai incentivar o desenvolvimento da agricultura familiar, por meio de preparação do solo, plantio e colheita. Além disso, fomentar a capacitação técnica e fortalecer a segurança alimentar das famílias indígenas”, avalia Max Russi.
Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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