salário entre R$ 1.632,27 a R$ 17.300,66

Prefeitura de Santa Rita do Trivelato lança edital para processo seletivo

 As inscrições são gratuitas e podem ser feitas entre 4 e 24 de março, no site da prefeitura

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Foto: Secom/ Trivelato

A Prefeitura de Santa Rita do Trivelato (cerca de 350 km Cuiabá) lançou edital para Processo Seletivo Simplificado (PPS) para contratação e cadastro de reserva com salários que variam de R$ 1.632,27 a R$ 17.300,66.  As inscrições são gratuitas e podem ser feitas entre 4 e 24 de março, no site da prefeitura.

Conforme o documento, as vagas temporárias são para atuação em zona urbana e rural de Santa Rita do Trivelato, para níveis fundamental, médio e superior. O PPS será divido em duas etapas, a primeira será o cadastro de inscrição via site da prefeitura ou diretamente na sede, na avenida Flávio Luiz, nº 2.221, Centro, em horário comercial.

Os candidatos devem apresentar a documentação no ato da inscrição conforme descrito no edital, sob pena de desclassificação, caso faltem documentos ou se estiverem ilegíveis.

O resultado da primeira etapa será publicado no dia 29 de março, no site. A segunda etapa será a aplicação da prova para todos os níveis de escolaridade, no dia 3 de abril, das 8h às 10h, nas escolas Municipal Três de Novembro e Estadual Candido Portinari. O resultado da prova será divulgado no dia 6 de abril.

Entre as vagas disponíveis estão para agente administrativo, assistente social, auxiliar de mecânico, auxiliar de serviços, borracheiro, mecânico, médico clinico geral, motorista, operador de maquinas, pedreiro, professor licenciatura plena em pedagogia, recepcionista, técnico em desenvolvimento educacional, monitor, técnico em enfermagem, técnico em radiologia, técnico em segurança do trabalho, zelador de limpeza e zelador de patrimônio.

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Fábio Garcia nega descumprir ordem do STF após encontro com Mauro

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O deputado federal Fábio Garcia (União) negou ter violado a medida cautelar determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após dividir o mesmo palanque com o ex-governador Mauro Mendes (União) durante um evento político em Sinop. Os dois são investigados na Operação Heritage e estão proibidos de manter contato por decisão do ministro Flávio Dino.

O encontro ocorreu na sexta-feira (4), durante o lançamento da candidatura à reeleição do deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União). Fábio e Mauro estiveram no mesmo espaço e chegaram a se cumprimentar publicamente. Durante sua fala, Fábio também citou o ex-governador ao cumprimentar as autoridades presentes.

Questionado na terça-feira (8) sobre a situação, Fábio afirmou que está tranquilo e sustentou que a decisão judicial não determina uma distância física entre os investigados.

“A decisão diz que a gente não pode ter contato, não diz que a gente tem que ter uma distância de tantos metros um do outro”, afirmou.

O deputado também negou ter sido procurado pela Polícia Federal para prestar esclarecimentos sobre o episódio. “Bom, não fui chamado para nada. Sobre isso, nós estamos absolutamente tranquilos”, declarou.

Apesar da interpretação apresentada por Fábio, a Polícia Federal está analisando as imagens do evento para verificar se houve eventual descumprimento da cautelar. A decisão de Flávio Dino determina a proibição de contato entre os investigados, ressalvadas apenas as comunicações estritamente familiares.

O episódio ganhou repercussão justamente porque os dois aparecem juntos e há registros de cumprimento e de uma possível interação durante o evento. Eventual descumprimento dependerá da análise das imagens e da interpretação do alcance da ordem judicial pelo STF.

A situação também chama atenção porque o próprio Fábio havia apresentado uma interpretação diferente da medida em agosto. Na ocasião, ao desistir da candidatura a vice-governador na chapa de Otaviano Pivetta, o deputado afirmou que ele e Mauro não poderiam se comunicar e, por isso, “não podemos estar no mesmo local”. Agora, porém, Garcia sustenta que a decisão impede apenas o contato entre os dois.

Investigação sobre R$ 308 milhões

A restrição foi imposta no âmbito da Operação Heritage, que investiga suspeitas relacionadas a um acordo envolvendo o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi, com valores superiores a R$ 308 milhões, segundo as investigações. Entre as medidas determinadas pelo STF estão, além da proibição de contato, a entrega de passaportes e a proibição de saída do país.

A repercussão do encontro também foi utilizada pelo ex-governador Pedro Taques (PSB), que apresentou pedido de prisão contra Mauro Mendes e Fábio Garcia sob alegação de descumprimento das medidas cautelares. O pedido, contudo, não significa que o Judiciário tenha reconhecido até o momento a existência de uma violação.

Agora, a Polícia Federal deverá concluir a análise das imagens e, caso identifique indícios de descumprimento, o episódio poderá ser submetido ao ministro Flávio Dino para avaliação das providências cabíveis.



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