Muito Trabalho
Max Russi busca por melhorias na Br-163 há décadas, desde o período de vereador em Jaciara
O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi lembrou de suas lutas, desde quando foi eleito pela primeira vez a vereador por Jaciara, para melhorar as condições de trafegabilidade da BR-163
Política
O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi lembrou de suas lutas, desde quando foi eleito pela primeira vez a vereador por Jaciara, para melhorar as condições de trafegabilidade da BR-163, que liga o município tanto até a capital, como também a região sul do estado.
Com a evolução do estado de Mato Grosso, que hoje bate recordes constantemente nas produções, seja na pecuária ou na agricultura, a principal via de escoamento das safras, as estradas ficaram sendo cada vez mais utilizada, porem o desenvolvimento de dentro das fazendas, não foi o mesmo nas estradas, como exemplo a BR-163, que corta praticamente todo estado, na sua maioria sem duplicação, sem condições, sem acostamento, sem manutenção, e com vários pedágios, que só geram custos e prejuízos, para a maioria que trafegam na região.
Já neste mandato de deputado estadual, Max Russi não poupou críticas, e muito menos ações para interferir na prestação de serviços realizados pela empresa Rota do Oeste, responsável por administrar vários trechos no estado, porém, a cobrança dos pedágios são feitas 24hs por dia, mas a prestação de serviços como a duplicação e estradas nas dividas condições na totalidade, ainda ficaram apena no papel.
Após várias cobranças por atuações, esclarecimentos e explicações, o deputado Max Russi cogitou até a possibilidade de uma representação, por meio da Procuradoria do Legislativo, em desfavor da Rota do Oeste, concessionária que administra a BR-163.
O parlamentar ainda citou o exemplo de rodovias do Paraná, onde praças de pedágio tiveram que interromper as cobranças, devido ao termino das concessões, que duraram 24 anos, com as tarifas mais caras do país.
“No Paraná teve um problema parecido, não está cobrando pedágio e os motoristas estão passando livremente”, exemplificou.
Diante de tantas reclamações, denúncias, insatisfações, cobranças, acidentes, prejuízos e vidas perdidas, o deputado Max considera inevitável uma intervenção jurídica, para que interrompa imediatamente as cobranças, como também, outra empresa venha assumir os compromissos de concluir a duplicação da via, e manter as estradas em reais condições que atendam as necessidades dos motoristas.
“Estamos trabalhando para atender a demanda de todos que precisam da via, a BR-163 é de extrema importância para Mato Grosso, ela é uma das principais vias de acesso, por onde escoa boa parte da produção, precisamos dela em condições que atendam as necessidades dos motoristas”, afirmou Max Russi.
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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