MAIS INFRAESTRUTURA

Governo lança licitação para levar serviços de pavimentação até Apiacás

O asfaltamento da MT-206 irá garantir que a cidade se conecte ao restante da malha rodoviária estadual

Publicado em

Política

Foto: Christiano Antonucci

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) publicou nesta semana o edital para contratação de empresa para executar os serviços de pavimentação da rodovia MT-206, no norte do Estado. Após a conclusão desse trecho, a cidade de Apiacás será conectada ao restante da malha rodoviária estadual por uma via asfaltada.

O trecho a ser asfaltado tem extensão de 66,46 km, divididos em dois segmentos: o primeiro entre o acesso à Usina Hidrelétrica São Manuel e a balsa sobre o Rio Apiacás; e o segundo trecho entre a balsa e a cidade de Apiacás. A obra está orçada em R$ 98.539.987.39. As propostas da licitação serão recebidas no dia 08 de março, a partir das 09h, na Sala de Licitações da Sinfra-MT.

A chegada do asfalto até Apiacás irá impulsionar a economia da cidade, garantindo o direito dos cidadãos se locomoverem, principalmente durante o período de chuva. Além disso, irá fomentar a produção agropecuária regional.

O secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, lembra que o governador Mauro Mendes pediu uma atenção especial a essa região do Estado, que precisa de mais investimentos em estradas. “Nós vamos ampliar a logística dessa região, que estava há muitos anos esquecida”, afirmou.

Atualmente, o Governo do Estado já trabalha na pavimentação de outro trecho de 58 km da MT-206, entre Paranaíta e o acesso à UHE São Manuel. A obra é realizada em parceria com a prefeitura de Paranaíta, responsável por serviços de sinalização e obras complementares e começou no segundo semestre de 2021.

A Sinfra-MT também está construindo uma ponte de concreto de 180 metros sobre o Rio Apiacás, para que os motoristas não precisem mais utilizar uma balsa. Até o momento, mais da metade da estrutura da ponte já está pronta.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias

Publicados

em


Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).

A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.

Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

Vetos

Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.

O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.

Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.

Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA