qualificação
Escola de Governo abre inscrições para capacitação do SIAG
São ofertadas 100 vagas e os interessados têm até a próxima sexta-feira (11) para se inscreverem
Política
A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo, está com as inscrições abertas para capacitação sobre a Utilização do Sistema de Aquisições Governamentais (SIAG). treinamento é voltado para os servidores da área de aquisições que trabalham com os módulos do SIAG de Solicitação de Compras e Compras Públicas e será realizado no próximo dia 14 entre 13h30 e 17h30 pelo Google Meet.
São ofertadas 100 vagas e os interessados têm até a próxima sexta-feira (11) para se inscreverem.
O módulo de Solicitação de Compras abordará os seguintes temas: Categoria de investimento, tipo de solicitação, origem, dotação orçamentária, modelos descritivos, elaboração de solicitação de compras, inclusão de itens, pesquisa de preço, apuração de mapa estimativo, inclusão de informações financeiras, criação de documentos (ETP, TR), inclusão de ocorrências e de anexos, atestos, fluxos de atividades e aprovação e impressão de solicitação de compras.
Já o módulo Compras tratará sobre: criação de processos de aquisições através da importação da solicitação de compra, amparo legal, criação de pesquisa de preço, mapa comparativo, processo digital, assinatura eletrônica e digital, tramitação de processos, dotação orçamentária, autorização do ordenador de despesas, elaboração de edital, planilha de licitação, agenda e publicação do edital, adendo e aviso.
Ele também versará sobre dispensa de licitação/inexigibilidade com a criação de processos de aquisições através da importação da solicitação de compra, amparo legal, visualização e impressão de documentos, processo digital, assinatura eletrônica e digital, trâmite de processo, criação de compra direta, publicação de compra direta, lançamento de preços, disputa, análise de documentos/resultado, apuração, repetição e emissão de resultado de compra.
No dia 12 de fevereiro a Escola de Governo enviará a confirmação da inscrição por e-mail e o link para acesso ao curso.
As inscrições podem ser feitas AQUI.
Política
Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias
Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).
A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.
Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.
Vetos
Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.
O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.
Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.
Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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