R$ 14,3 milhões

Governador assina convênio para investimentos na construção de novas unidades da PM

O convênio prevê a construção de três Batalhões e dois Núcleos da Polícia Militar e duas Vilas Militares, com capacidade para 12 policiais

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Foto: Instagram-Mauro Mendes

Na última terça-feira (18), o Governo do Estado de Mato Grosso assinatura do convênio que irá vai investir R$ 14,3 milhões para a construção de bases e moradias para a Polícia Militar de mais três municípios do Estado, e vai garantir o repasse de recursos para os municípios de São José do Rio Claro, São José do Xingu e Santa Cruz do Xingu investirem na estruturação de suas unidades da Polícia Militar.

O convênio assinado prevê a construção de um novo Batalhão para Polícia Militar em São José do Rio Claro, orçado em R$ 4,6 milhões. Em São José do Xingu e Santa Cruz do Xingu serão construídos um Núcleo da PM e uma Vila Militar, em cada um dos municípios. Ambos receberão a quantia de R$ 5 milhões.

Além desses três municípios, outros três também já foram beneficiados com os convênios, que somam um total de R$ 29,3 milhões. Durante a assinatura, o governador Mauro Mendes destacou que a Polícia Militar estava há 24 anos sem investimentos. “Hoje temos importantes investimentos que vão criar melhores condições para atuação das forças de segurança e, com isso, uma segurança mais efetiva e real para os cidadãos mato-grossenses”, ponderou Mauro Mendes.

O secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, lembrou que a segurança de Mato Grosso está evoluindo e tanto os policiais quanto a população serão beneficiados.  “Com melhor estrutura de trabalho, o policial vai trabalhar mais feliz e isso vai melhorar a qualidade dos serviços prestados à sociedade”, disse o secretário.

O convênio prevê a construção de três Batalhões e dois Núcleos da Polícia Militar e duas Vilas Militares, com capacidade para 12 policiais, cada.

O prefeito de São José do Xingu, Sandro José da Costa, agradeceu a preocupação do governador de enviar investimentos para a Polícia Militar do município. “Esses investimentos são importantes para o desenvolvimento da nossa região. Segurança é um anseio da população. Estamos dispostos a fazer tudo que for possível para execução dessas obras o mais rápido”, disse.

O prefeito do município de São José do Rio Claro, Levi Ribeiro, que foi beneficiado com a construção de um Batalhão da Polícia Militar também destacou a sensação de segurança que estes investimentos irão propiciar. “Estamos numa região que há muitos conflitos por madeira e construir um batalhão da PM para o município vai proporcionar muito mais segurança”, pontuou.

O primeiro convênio foi assinado no dia 5 de janeiro na ordem de R$ 15 milhões, para a construção de bases para Polícia Militar e Vilas Militares, nos municípios de Cocalinho, Itaúba e União do Sul.

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Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias

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Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).

A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.

Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

Vetos

Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.

O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.

Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.

Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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