“Excesso de chuvas”

Reservatórios cheios ainda não influenciaram para energia ficar mais barata

Com chuvas constantes desde outro de 2021, vários reservatórios já atingiram volumes de água que poderiam aliviar o bolso do consumidor

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Economia

Foto: AC Junior/Furnas

Assim como vem acontecendo, quando o período de estiagem reduz o volume de água nos reservatórios das hidrelétricas, o anuncio de “bandeira vermelha”, racionamento do consumo de água e o aumento, praticamente imediato no valor da energia elétrica, assombrou os brasileiros, agora com água em excesso em boa parte do país, até o momento, não se ouve falar em “bandeira verde”, e muito menos na redução do valor da taxa da na conta da energia.

Com enchentes sendo anunciadas em vários pontos do país, do nordeste, sudeste, centro-oeste e norte, com exceção apenas na região sul, que ainda atravessa um período de seca, muita gente já questiona sobre a possibilidade na redução da taxa cobrada, na mudança da bandeia, até porque água não está faltando.

Em um período em que a maioria das pessoas estão atravessando, a retomada da economia, pagando contas atrasadas e organizando o orçamento para 2022, o agravamento é ameaçado por mais uma onda da pandemia do Coronavírus, que devido sua intensidade, poderá promover ações como isolamento e fechamento de vários comércios, a redução no valor pago pela energia no final do mês, diante deste momento, impactando nos custos, colaborando diretamente com consumidor individual e empresarial.

Com as movimentações entre realizar ou não as festas em comemoração no final do ano, muitas pessoas deixaram passar despercebido, na questão da funcionalidade das hidrelétricas, do aumento de água nos reservatórios, como também no valor da energia. Nesses primeiros dias de janeiro de 2022, o aumento de casos de contaminação e mortes pela Covid-19, como também a realização ou não do carnaval nos municípios, ofuscaram a questão energética.

Foto: Marcos Lopes

Diante de tantas questões, como aumentos constantes de vários produtos, da carne bovina aos combustíveis, a natureza fez sua parte com a quantidade de chuvas, os reservatórios atingindo os níveis esperado, irá produzir muito mais energia, o que poderá resultar na redução no valor da taxa de energia, beneficiando diretamente o mercado consumidor.

Dados meteorológicos, apontam que as chuvas seguem constantes por vários dias, resultando em mais acúmulo de água, deixando as represas em alguns casos, até com a sua capacidade máxima.
Os consumidores vão cobrar dos responsáveis, medidas que ajuste o valor da taxa da energia, ainda mais se os casos de isolamento social retornarem, fazendo as pessoas ficarem em casa, utilizando ainda mais deste serviço.

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Economia

Minha Casa, Minha Vida: conselho do FGTS aumenta subsídios para 2026

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O Conselho Curador do FGTS aprovou nesta quinta-feira (10) um aumento de R$ 500 milhões de subsídios para o programa Minha Casa, Minha Vida em 2026.

O valor subiu de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões. A alteração vale apenas para este ano. O plano plurianual de 2027 a 2029 será discutido na próxima reunião do conselho, prevista para o fim de outubro.

O recurso é utilizado para a concessão de descontos nos imóveis das faixas 1 e 2 do programa habitacional, que atendem famílias com renda de até R$ 5 mil por mês. O valor não precisa ser devolvido ao fundo, ele serve para ajudar o beneficiário a pagar o imóvel.

O coordenador-geral de Gestão do FGTS do Ministério das Cidades, Johnny Ferreira dos Santos, afirmou que o novo valor garante a nova projeção, que é de usar R$ 12,6 bilhões em subsídios, e deixa uma margem de segurança.

“Do ponto de vista operacional, na execução do final do exercício, você tem a questão dos recursos dentro das unidades do agentes financeiros. Então é importante você manter uma folga mínima para que não falte recurso e você tenha flexibilidade de fazer algum tipo de remanejamento caso necessário”.

Os outros orçamentos do fundo não tiveram alteração e foram mantidos em R$ 144,5 bilhões para habitação; R$ 8 bilhões para saneamento; R$ 8 bilhões para infraestrutura; e R$ 8,5 bilhões para saúde.



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