'Cuiabá"

Governo do Estado investe mais de R$ 1 bilhão em obras de infraestrutura

A maior obra em execução no momento, é a construção do Novo Hospital Universitário Julio Muller

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) realiza um investimento de mais de R$ 1 bilhão em Cuiabá, entre obras que estão em execução ou em licitação. As ações compreendem obras de pavimentação urbana, construção de pontes e também a finalização de obras da Copa do Mundo.

A maior obra em execução no momento, é a construção do Novo Hospital Universitário Julio Muller, localizado na Rodovia Palmiro Paes de Barros, entre Cuiabá e Santo Antônio de Leverger. Orçada em R$ 207 milhões, a Sinfra-MT assinou a ordem de serviço para o início das obras em 3 de novembro deste ano.

Outra obra de grande importância que teve ordem de serviço assinada neste ano, foi a pavimentação do primeiro lote do Rodoanel de Cuiabá, no Contorno Norte, orçada em R$ 204,9 milhões.

No momento, a Sinfra-MT também está construindo uma ponte sobre o Rio Cuiabá, no bairro Parque Atalaia, incluindo o acesso, uma ponte de concreto sobre o Rio Bandeira, na MT-400, o acesso ao Parque Novo Mato Grosso e a pavimentação da Avenida Mario Palma, na região do Ribeirão do Lipa.

Também são executadas obras de recuperação do asfalto no Distrito Industrial, de pavimentação do Loteamento Centro América e a recuperação da Trincheira Jurumirim, que deve ser entregue no começo de 2022.

Entre as obras que estão em processo de licitação, o maior investimento é a implantação do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT). Com valor estimado em R$ 480 milhões, o edital foi lançado no dia 13 de dezembro e o resultado final do processo deve ser divulgado em 27 de janeiro de 2022.

Outras obras que estão em processo de licitação são o prolongamento da Avenida Parque do Barbado, a recuperação e conclusão da duplicação da Avenida Arquimedes Pereira Lima e a iluminação da Estrada de Chapada entre a Fundação Bradesco e o trevo para Manso.

Em breve devem ser lançadas as licitações para pavimentação da MT-401 entre Cuiabá e o Distrito do Aguaçu e a implantação do tratamento paisagístico da BR-364 no Distrito Industrial.

Projetos em andamento

A Sinfra-MT também tem projetos em andamento, que devem ser licitados em 2022. Entre essas obras estão a duplicação da Avenida V2, no Jardim Industriário, a duplicação da Avenida dos Trabalhadores entre os bairros Planalto e Doutor Fábio, um complexo viário na Avenida Miguel Sutil, pavimentação da MT-402, até o Coxipó do Ouro, da MT-400 entre o Sucuri e o distrito da Guia, e a restauração das rodovias para Santo Antônio de Leverger e Rosário Oeste.

Foto: Michel Alvim/Secom-MT

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Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias

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Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).

A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.

Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

Vetos

Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.

O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.

Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.

Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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