“Eleições 2022”
Confirmação de Wellington desbancaria ensaio da oposição, “pavimentando vias” rumo ao Senado
Com o possível apoio do presidente Bolsonaro e do grupo de Mauro Mendes, reeleição de Wellington ficaria mais acessível.
Política
Candidatura ao governo do estado seria uma aventura no escuro, mais vale seguir na estrada pavimentada, iluminada e conhecida, buscando a reeleição com apoio do presidente, Jair Bolsonaro (PP), entre outras lideranças de Mato Grosso, assim apontam as tratativas demonstrada pelo senador Wellington Fagundes (PL) rumo as eleições de 2022.
Para aqueles que falavam, “eleições é só no ano de eleição”, não fez o que falou, pelo contrário, agiram muito mais que falaram, montando assim um cenário com grande potencial, para disputar vagas desde a Assembleia Legislativa, Câmara Federal, Senado da República, Governo do Estado e Presidência da República.
Ao confirmar as cogitações da disputa pela reeleição do Senado da República, o senador Wellington Fagundes, que já desponta com a possibilidade do apoio do presidente, Bolsonaro, ainda pode ter sua candidatura potencializada, com apoio do grupo do governador, Mauro Mendes, que até o momento não declarou apoio irrestrito a outro possível candidato, como é caso do deputado federal, Neri Geller.
Desta forma, a possibilidade de reeleição do senador, Wellington com apoio de todas essas lideranças, além viabilizar melhores condições para se manter na vida pública por mais oito anos, no Senado da República, ainda desfalca a ala da oposição, que ainda não anunciou de forma efetiva, um nome que venha fazer frente, ao governador Mauro Mendes, com condições de disputar para ganhar.
É correto afirmar, que o governador não vai se indispor com o presidente, e se um acordo de cavalheiro for firmado em uma triangulação de apoios, envolvendo, Bolsonaro, Mauro Mendes e Wellington Fagundes, ambos sairão ganhando, porém, existem a ala dos descontes e excluídos, que não devem aceitar calados.
Nos últimos dias de 2021, o cenário da política ficou mais agitado do que costume, para um ano pré-eleitoral, com integrantes até então considerado de alto escalão, demonstrando descontentamento, insatisfação e revolta, por não ter os determinados posicionamentos e reivindicações atendidas.
Informações de bastidores apontam que uma readequação, é necessária para determinados integrantes do grupo, que a gestão política contemporânea impulsionada pela tecnologia, novos comportamentos e medidas, não condiz com ações de outrora.
“Em tempos de veículos movidos a energia elétrica, solar, eólica, nitrogênio, não cabe insistir no carvão como combustível, é hora de evoluir”.
Foto: Divulgação
Política
Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias
Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).
A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.
Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.
Vetos
Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.
O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.
Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.
Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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