“Reprovados”
Renovação na Assembleia: estimativa ultrapassa 70%
Eleitorado exigente, mudança na comunicação e comportamento dos parlamentares são fatores que colaboram com a renovação.
Política
Como veio acontecendo nas últimas legislaturas, com registros de renovação de candidatos eleitos, superando a cada eleição, a tendência para 2022 seguem o mesmo caminho, em 2018 apenas dez (10) dos 24 deputados conseguiram se reeleger.
Para o próximo ano, mesmo que seja de contragosto de quem está exercendo, ou somente ocupando o cargo, muitos já devem estar preparando o popular plano B, já dados ocultos informam que a população não aprovou as ações desenvolvidas por alguns parlamentares, desta forma, a resposta virá com os números das urnas.
Existem vários fatores que favorecem a renovação em massa dos deputados, seja por suas atividades desenvolvidas ou omissão à função. Em um período predominado pela tecnologia, quando até os agentes anônimos podem chegar nos papéis de coadjuvantes ou protagonista, com apenas alguns cliques, através das redes sociais, que potencializam determinados fatos, o cotidiano de um agente público, denominado de deputado estadual, quem tem a missão de representar os interesses do povo, até a incompetência vira assunto, que percorrem milhares de pessoas em poucos instantes.
Com a população mais informada, ocorre que aqueles que “surfaram na onda de 2018”, e não souberam aproveitar a oportunidade, não conseguindo mostrar a que veio até no fim do mandado, pode pegar o “banquinho” porque, quer queira ou não, vai sair de “fininho” ou “esperneando”.
Outro fator que ainda é utilizado pela maioria dos agentes políticos, fica por conta das aparições, tem muitos que após serem eleitos, de fazer tantas promessas infundadas e compromissos sem condições de cumprir, sumiram da população, do eleitorado, agora, do nada, voltam a frequentar locais públicos, comem pastel em feira, carregam crianças, “até andam de mãos dadas com as esposas”, só que agora o povo sabe, das encenações e principalmente, da “mágica de desaparecer” quando vencem a eleições.
O eleitor está ficando cada vez mais bem informado, formando opiniões, com classificações mais exigentes, mostrando que se fez em quatro anos de mandato, não merece permanecer, e aqueles que querem entrar, não vai ser apenas com palavras, se não tiver serviços prestados pela sociedade, é melhor nem tentar, já que está feito e fazendo é muito diferente de falar que vai fazer, “só palavras voam ao vento”.
Foto: Marcos Vergueiro – Secom-MT
Política
Wilson Santos defende políticas de segurança alimentar e apoio a famílias vulneráveis
Entre as 21 emendas apresentadas ao Projeto de Lei nº 692/2026, que estabelece as diretrizes para o orçamento estadual de 2027 (PLDO), está a proposta de n.° 27 do deputado estadual Wilson Santos (PSD) para apoiar e desenvolver ações de segurança alimentar e enfrentamento à fome em Mato Grosso. A iniciativa foi motivada pelo levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que mapeia a situação dos 142 municípios mato-grossenses em relação ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade.
A proposta também resgata uma iniciativa que marcou a gestão do parlamentar como prefeito de Cuiabá, que foi a construção do Restaurante Popular, em 2007, onde permanece em funcionamento e oferece diariamente mais de mil refeições ao preço de R$ 2,00. “Eu construí esse restaurante e atendia uma antiga reivindicação da classe trabalhadora, principalmente dos assalariados que acabavam investindo parte do pequeno salário em alimentação. O restaurante ajuda muitas pessoas, gente humilde e a comida é muito boa”, destacou.
Conforme a justificativa da emenda apresentada pelo deputado, o objetivo é expandir o atendimento à população em situação de insegurança alimentar e promover a integração entre as políticas de assistência social, segurança alimentar, desenvolvimento rural e inclusão social. A proposta busca fortalecer a atuação do Estado no enfrentamento à pobreza e à exclusão social.
Para Wilson Santos, investir em alimentação de qualidade também pode contribuir para reduzir a pressão sobre os serviços públicos de saúde. “Economiza na conta da saúde, alimentando bem, vai menos a uma unidade de saúde. É importante reduzir as desigualdades sociais e a proteção das famílias em situação de vulnerabilidade”, comentou.
O PLDO 2027 prevê receita líquida de R$ 42,1 bilhões e impacto estimado em R$ 862,6 milhões. O projeto segue para análise das emendas parlamentares. Após essa etapa, as propostas aprovadas integrarão a redação final da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027.
Fonte: ALMT – MT
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