"100% Asfalto"

Prefeito entrega obra de pavimentação do bairro Santa Cruz II

Como marca da gestão Emanuel Pinheiro, além dos serviços de pavimentação e recuperação de qualidade, foram colocados meio-fio e calçada 

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O prefeito Emanuel Pinheiro, o vice e secretário de Obras Públicas, José Roberto Stopa e o diretor-presidente da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos, Vanderlúcio Rodrigues entregaram na noite desta quinta-feira (2),  100% das ruas dos bairros Santa Cruz I e II asfaltadas.

Após o compromisso feito com a comunidade no mês de julho desse ano, a Prefeitura de Cuiabá executou os serviços de pavimentação asfáltica em cinco ruas que ainda não eram asfaltadas,  além de atuar na recuperação.

Como marca da gestão Emanuel Pinheiro, além dos serviços de pavimentação e recuperação de qualidade, foram colocados meio-fio e calçada 

“Estar aqui nessa noite é uma festa. Uma data de muita alegria para esse povo que há mais de trinta anos esperava abrir a porta de sua casa e não mais se deparar com a lama na época das chuvas e com poeira na seca. Me dá muito orgulho entregar esse trabalho. Demonstra mais uma vez que estamos no caminho certo, trabalhando por Cuiabá e para Cuiabá. A nossa amada cidade verde não pode e não vai parar”, disse o prefeito Emanuel Pinheiro durante a solenidade de entrega.

Elogiado também pela boa administração, Stopa fez questão de reforçar o orgulho de fazer parte de uma administração que vai fazer história na cidade. “Estamos entregando mais um dever cumprido. Missão dada é missão cumprida. Acompanhei passo a passo a obra que começou com uma rua, passou para duas e agora estamos com 100%. Mais uma benfeitoria à  nossa população”, destacou Stopa.

O diretor-presidente da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos-Limpurb endossou a fala. “A Prefeitura trabalha para Cuiabá, para quem vive nela. Mais um serviço honrado pelo nosso prefeito. O Santa Cruz e mais um de muitos outros que iremos entregar até o final desse mandado em 2024”, destacou Vanderlúcio.

“Dona Constância”, uma das moradoras mais antigas da região, aos 95 anos, fez questão de comparecer à solenidade e agradecer o prefeito e equipe. “Sou grata pela oportunidade de presenciar esse fato tão esperado por nós. São mais de trinta anos de um sonho que se tornou realidade. O meu muito obrigado”, aplaudiu.

“Gratidão, emoção, respeito e admiração. Eu como representante do povo quero deixar registrado. Somos gratos por termos sido escolhidos e lembrados pela prefeitura. Tenho certeza que esse é o primeiro de muitas obras que serão entregues em toda Cuiabá. Meu voto é e sempre será seu, assim como de toda comunidade do Santa Cruz“, afirmou o presidente do bairro, Ivo da Silva.

Representando a Câmara Municipal, o vereador Marcrean Santos,  foi um dos responsáveis pela indicação dos serviços no Santa Cruz. “Fiz um pedido e o mesmo foi aceito e cumprido. Essa gestão é humana, parceira, trabalha pelos menos favorecidos é que moram distante do centro. Estou a disposição para ajudar no que for preciso para melhorar Cuiabá”, elogiou Marcrean dos Santos.

Estiveram presentes os secretários de Educação, Edlene Santos, Habitação e Regularização Fundiária, Leonardo Leão, adjuntos de Educação, Débora Marques, de Obras Públicas, Silvia Andreato, os  vereadores Cezinha Nascimento, Cássio Coelho, presidentes de bairro, lideranças comunitárias e comunidade em geral.

A obra entregue no Santa Cruz integra o programa Minha Rua Asfaltada, criado em 2017, com o objetivo de recuperar e asfaltar 100% dos bairros da Capital.

Foto: Davi Valle/Secom-CBA

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ALMT participa da elaboração de manuais de orientação sobre violência contra a mulher

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por meio da Procuradoria Especial da Mulher, participa da elaboração de dois manuais voltados à prevenção e ao enfrentamento da violência contra a mulher. Desenvolvidos em parceria com o Governo do Estado, os materiais serão destinados aos profissionais da comunicação e da segurança pública, com orientações para evitar a exposição das vítimas, a reprodução de comportamentos violentos e a divulgação sensacionalista de casos de violência doméstica e feminicídio. A previsão é que os documentos sejam concluídos até o final de novembro.

A parceria envolve, além da Assembleia Legislativa e do Governo do Estado, representantes do Poder Judiciário, Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MP-MT), Defensoria Pública, Tribunal de Contas e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entre outras instituições.

A iniciativa é coordenada pelo Gabinete de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, comandado pela delegada da Polícia Civil Mariell Antonini, e reúne instituições da Rede Estadual de Enfrentamento à Violência contra a Mulher. Para desenvolver os materiais, foi criado um grupo de trabalho responsável por estabelecer diretrizes de comunicação e medidas preventivas relacionadas ao chamado efeito copycat, expressão utilizada para definir a possível imitação de comportamentos violentos após a ampla divulgação de determinados crimes.

Segundo Mariell Antonini, a preocupação surgiu a partir de estudos que apontam a possibilidade de determinados crimes serem reproduzidos após receberem grande repercussão, especialmente quando a divulgação apresenta detalhes excessivos sobre a violência praticada.

“Dependendo da notícia, da veiculação de uma informação pelos canais de comunicação, pela mídia em geral, é possível que haja uma replicação, um efeito imitador daquela conduta nas semanas seguintes aos fatos”, explicou a delegada.

A procuradora especial da Mulher da ALMT, Francielle Brustolin, destacou que a participação da Casa de Leis ocorreu desde os estudos iniciais até a elaboração dos protocolos, manuais, guias, cartilhas e estruturação das capacitações. O trabalho contou também com a contribuição técnica da jornalista Deisy Boroviec, profissional de comunicação da Assembleia com experiência na temática da violência de gênero.

“A Assembleia Legislativa não participou apenas formalmente do grupo de trabalho. Contribuiu efetivamente para a construção de instrumentos que buscam transformar a comunicação em uma ferramenta de prevenção, proteção e enfrentamento à violência contra as mulheres”, afirmou Francielle.

Imprensa e segurança pública – O manual destinado à imprensa terá caráter orientativo, respeitando a liberdade de imprensa e a independência editorial dos veículos. Entre as recomendações estão evitar a culpabilização das vítimas, a romantização dos crimes, a exposição desnecessária de detalhes da violência e expressões que possam justificar as agressões.

Já o documento voltado às forças de segurança, especialmente às polícias Civil e Militar, apresentará orientações para pronunciamentos oficiais, preservação das investigações, proteção das vítimas e familiares e cuidados com a divulgação de informações sobre os crimes.

“A publicação vai abordar os cuidados necessários para preservar a dignidade das vítimas, evitar a exposição dos filhos e demais familiares e garantir que a divulgação das ocorrências não comprometa investigações ou provas. Também estão previstas recomendações sobre a preservação dos locais de crime e o respeito à cadeia de custódia, conjunto de procedimentos que assegura a integridade das provas durante a investigação criminal”, descreveu a delegada.

Segundo Mariell Antonini, a forma como os casos são apresentados à sociedade pode influenciar comportamentos e contribuir para a naturalização da violência.

“A imprensa tem um importante papel de transformação. O que nós precisamos mudar na nossa sociedade é a cultura, essa cultura de naturalização da violência contra a mulher. Por isso, precisamos trabalhar com todos os atores que possam colaborar”, ressaltou a delegada.

Para a procuradora Francielle, a proposta não é limitar a divulgação das ocorrências, mas oferecer referências técnicas que permitam informar com responsabilidade e dar visibilidade aos mecanismos de denúncia e proteção.

“Não basta que a sociedade saiba que uma mulher foi vítima de violência. É fundamental que compreenda a gravidade do crime, reconheça os sinais de risco e saiba onde buscar ajuda. A notícia precisa informar sem transformar a violência em espetáculo”, enfatizou.

Capacitação – Além da elaboração dos documentos, a Procuradoria Especial da Mulher organiza uma capacitação prevista para novembro, na sede da ALMT, nas modalidades presencial e virtual. A data ainda será definida.

A formação será direcionada a jornalistas, assessores de imprensa, publicitários, comunicadores institucionais, influenciadores digitais e demais profissionais que atuam na produção e divulgação de informações. O objetivo é apresentar orientações práticas sobre a cobertura responsável de crimes contra mulheres, o uso adequado da linguagem e a prevenção da revitimização.

A modalidade virtual permitirá a participação de profissionais do interior do estado, com a possibilidade de articulação das Procuradorias da Mulher existentes nas Câmaras Municipais.

“Queremos oferecer uma formação que vá além da apresentação dos manuais, com orientações práticas sobre a cobertura responsável de crimes de violência contra a mulher, a prevenção dos riscos associados ao efeito copycat e a preservação da dignidade das vítimas”, explicou a procuradora.

A Procuradoria Especial da Mulher também pretende utilizar a Escola do Legislativo, a TV Assembleia e os canais digitais da Casa de Leis para ampliar as ações educativas e levar informações à população.

Para Francielle Brustolin, a iniciativa reforça o compromisso da ALMT com a prevenção, o acolhimento das vítimas e o fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres.

“A transformação cultural começa quando deixamos de justificar a violência, passamos a reconhecer seus primeiros sinais e assumimos coletivamente a responsabilidade de combatê-la”, disse.

Após a conclusão, os dois manuais deverão ficar disponíveis na plataforma mulher.mt.gov.br⁠, para consulta dos profissionais e da sociedade.

O portal também disponibiliza vídeos informativos de curta duração, com orientações sobre como identificar situações de violência doméstica, buscar atendimento e contribuir para a prevenção.

Fonte: ALMT – MT



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