Política
“Rainha e o Imperador”: a continuidade do feudalismo
Denúncias podem acabar com as festividades do final de ano dos senhores feudais.
Política
Em um período que se prega pela ética, moral e transparência, as velhas condutas foram mantidas, e potencializadas com o mundo digital, favorecendo apenas herdeiros e apadrinhados, em um sistema de ramificações, que está proporcionando milhões em prejuízos ao povo, para beneficiar os integrantes da realeza.
Da Rainha, não podia se esperar outra coisa, já que “o fruto não cai longe do pé”, de uma forma ou de outro, mais cedo ou mais tarde, uma hora ela iria utilizar da máquina pública em benefício próprio, neste caso, o velho ditado de “gata escaldada tem medo de água” não valeu, crescendo vendo atos de corrupção, o pai sendo condenado, preso, perdendo os direitos políticos, mesmo assim, a “Rainha do mundo digital” segue o mesmo caminho? O pai demorou mais de 20 anos para cair, mas agora, o sistema é outro, as informações via sites de notícias e redes sociais, estão chegando cada vez mais rápido aos conhecimentos dos órgãos fiscalizadores.
Será mesmo que o crime compensa? Tal pai tal filha? O que vale mesmo é ficar rica a base do dinheiro público? Pelo que tudo indica a história já está se repetindo, o suposto segredo da ramificação digital já foi descoberto, até porque, R$ 1.200 milhão ao mês, verba considerada a “taxa do eu sei e para ficar apenas em silêncio”, “deixa no chinelo” os recursos patrocinados para as grandes empresas, com dezenas e centenas de profissionais, que trabalham sete dias por semana, praticamente 24hs por dia, para levar informação à população.
Seguindo assim na velha estrada, mesmo utilizando da tecnologia para maquiar o sistema, pelo que tudo indica a farra acabou, o Ministério Público já esta de olho, assim como o ex-marido deixou a vida pública por corrupção, o pai deixou os holofotes da vida pública por corrupção, quando tempo ainda vai demorar, para a “Rainha” deixar a vida pública por corrupção?
Será que os dias da Rainha estão contados, dados apontam que as manobras já foram identificadas. “Acabou-se o Natal e Réveillon 2021”.
Política
Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias
Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).
A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.
Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.
Vetos
Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.
O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.
Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.
Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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