“Noivado em perigo”
Tudo certo e nada resolvido entre o PL de Wellington com o presidente Bolsonaro
Os impasses da nacional ainda refletem drasticamente nos próximos passos dos políticos, no território de Rondon.
Política
Interferência na cúpula do nacional pode inviabilizar a estrutura das estratégias políticas, envolvendo o PL no estado de Mato Grosso, até na última sexta-feira, 12.11.21, quando a sigla vinha sendo cogitada como a mais provável casa partidária do presidente da República, Jair Bolsonaro, muito já começara tratar o senador, Wellington Fagundes de outra forma.
Nesta semana, quando notícias do cenário nacional começaram a esmorecer o noivado, anunciando que para o ingresso do presidente, ainda restavam algumas arestas a serem aparadas, já que o número um do país, tem grupo político, com representantes que têm interesses em disputar vários cargos na próxima eleição, em determinadas regiões do Brasil.
Enquanto muitos focam na disputa pelo governo do estado de São Paulo, pelo que tudo indica, as saliências entendem até Mato Grosso, onde, segundo informações de bastidores, o presidente já teria as suas preferências, para disputar desde aos cargos de deputados estadual e federal, senador e governador.
Assim, o que antes era visto como total saldo positivo, potencializando uma possível candidatura, seja para reeleição ao Senado da República, ou até mesmo na disputado pelo Governo do Estado, agora ficou tudo na base de uma incógnita, podendo reverter a situação, fazendo tudo voltar a tal “estaca zero”.
Ou seja, mesmo distante, os impasses da nacional ainda refletem drasticamente nos próximos passos dos políticos, no território de Rondon, para quem já estava agindo como a estrela da política, pode descer do céu estrelado, voltar para o cotidiano do seres mortais, comuns, e trabalhar para ao menos ter condições de disputar as próximas, já eleger são outros 500.
O presidente deu prazo, se o noivado não virar casamento, as tendências mudarão novamente, assim como já foi o PP, agora é o PL, onde será o próximo relacionamento?
Foto: Assessoria/Senado
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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