"Alternativa"

Esclarecimento sobre o preço do GNV em Mato Grosso

Mato Grosso é o Estado que tem o GNV mais barato do Brasil.

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Economia

O preço básico do GNV foi regulamentado pela AGER, cumprindo com o que determina lei federal. O valor estabelecido ficou entre R$ 1,45 a R$ 1,52. A MT Gás cumpriu com a regulamentação tarifária da agência e estipulou, como preço a ser praticado na venda do produto na distribuidora, o valor mínimo estabelecido pela AGER, que é de R$ 1,45, o metro cúbico.

O preço final do produto, ou seja, o praticado na bomba pelos postos de combustíveis é controlado pelo mercado, não tendo qualquer relação com o governo. Além disso, Mato Grosso é o Estado que tem o GNV mais barato do Brasil.

 

Estado Capital

Preço ao consumidor (R$)

Rio Grande do Sul Porto Alegre

4,89

Rio Grande do Norte Natal

4,794

Alagoas Maceió

4,699

Paraíba João Pessoa

4,633

Santa Catarina Florianópolis

4,541

Ceará Fortaleza

4,498

Mato Grosso do Sul Campo Grande

4,492

Espírito Santo Vitória

4,405

Paraná Curitiba

4,345

Sergipe Aracaju

4,329

Minas Gerais Belo Horizonte

4,323

Rio de Janeiro Rio de Janeiro

4,116

Amazonas Manaus

3,99

Pernambuco Recife

3,956

Bahia Salvador

3,955

São Paulo São Paulo

3,697

Mato Grosso Cuiabá

3,19

Fonte

:

Fonte: Agência Nacional do Petróleo (ANP) – 06/11/2022

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União libera R$ 950 milhões para instalar Comitê do IBS

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A União vai liberar R$ 950 milhões para financiar a instalação e o funcionamento inicial do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS). O órgão será responsável pela administração do novo tributo de responsabilidade dos estados e dos municípios, criado pela reforma tributária.

Assinado na terça-feira (27) no Ministério da Fazenda, o contrato de operação de crédito autoriza o recebimento de recursos referentes a 2025 e 2026.

Estrutura do comitê

O dinheiro será destinado à formação da estrutura administrativa, tecnológica e de pessoal necessária para o funcionamento do órgão. Entre as atribuições do Comitê Gestor estão a arrecadação, a fiscalização e a distribuição das receitas do IBS entre os estados, o Distrito Federal e os municípios.

O imposto vai unificar e substituir o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de competência estadual, e o Imposto sobre Serviços (ISS), cobrado pelos municípios. A estruturação do comitê é uma das etapas necessárias para colocar em prática a reforma tributária sobre o consumo.

A operação de crédito está prevista na Emenda Constitucional 132/2023, que reformulou a tributação sobre o consumo, e regulamentada pela Lei Complementar 214/2025. A legislação estabelece que a União deve financiar as despesas de instalação do órgão entre 2025 e 2028, respeitados os limites definidos em lei.

Devolução dos recursos

O valor recebido pelo Comitê Gestor será integralmente devolvido à União, com remuneração pela taxa Selic. O ressarcimento ocorrerá em 20 parcelas semestrais, a partir de 2029, utilizando recursos da própria arrecadação do IBS.

Segundo o presidente do CGIBS, Flávio César de Oliveira, o financiamento permitirá avançar na implantação da infraestrutura tecnológica e na organização das equipes responsáveis pelas atividades do órgão. Ele também destacou a importância da cooperação entre a União, os estados e os municípios para cumprir o cronograma da reforma tributária.

A operação havia sido autorizada pelo Conselho Superior do Comitê no início de outubro. As negociações com a Secretaria do Tesouro Nacional foram conduzidas pela Diretoria Executiva e pela primeira vice-presidência do CGIBS.



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