"Meio Ambiente"
Preservação e recuperação da natureza são prioridades para Max Russi
Atuando de forma preventiva, intensiva e extensiva, o deputado vem participando de eventos que atuam diretamente nas tratativas do meio ambiente
Política
Mato Grosso, uma terra privilegiada pela natureza, um dos poucos lugares do mundo que detém tanto ecossistema; Cerrado; Pantanal e Amazônia, buscando preservar o que restou e recuperar o que foi degrado, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi vem trabalhando em ações, que impactuam diretamente do desenvolvimento do meio ambiente.
Antes de ser deputado estadual, Max Russi foi vereador e prefeito de Jaciara, uma das cidades de Mato Grosso, que é arrodeada pela natureza, possui belas cachoeiras e riachos, ou seja, tem o meio ambiente como um dos seus principais atrativos turísticos e econômico do município, ou seja, a preservação é fundamental para o desenvolvimento da região.
Como deputado estadual, as ações que envolvem os trabalhos prestados pelo deputado, além de ser macro, se intensificaram, já que Mato Grosso é composto por vários biomas, que requer ações públicas, tanto de pesquisa, preservação, fiscalização e recuperação, desta forma, Max Russi vem mostrando trabalho dentro e fora da Assembleia Legislativa.
Nos últimos dois anos, os incêndios florestais ocorridos em território estadual, tanto no Cerrado, quanto na Amazônia e principalmente no Pantanal, chamaram atenção do mundo, o que era considerada a maior área alagada do planeta, foi tomada pela seca e incêndios, devastando a vegetação e mantando milhares de animais.
Os trabalhos do parlamentar visam o desenvolvimento do abastecimento alimentar sustentável, seguindo um modelo ambiental de conservação do estado, com objetivo da conseguir a produção sustentável e conservação do meio ambiente.
Atuando de forma preventiva, intensiva e extensiva, o deputado vem participando de eventos que atuam diretamente nas tratativas do meio ambiente, como foi na Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas (COP26).
“Nossa intenção na Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas (COP26) é demonstrar a importância que é dada as ações de preservação no Estado de Mato Grosso, o nosso potencial para os investidores internacionais e ainda apresentar metas alcançadas por MT, em produção sustentável e conservação do meio ambiente”, declarou Max.
O deputado Max representou a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso na Conferência para definir metas com foco “Carbono Neutro 2035”, em Glasglow, na Escócia.
Foto: Divulgação/facebook
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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