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Governo vai pavimentar rodovia em área de grande produção agrícola

A abertura das propostas será realizada na sala de licitações da Sinfra-MT, em Cuiabá, no dia 16 de novembro. A partir do seu início, a obra tem um prazo de execução de 12 meses.

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Foto: Secom MT

O Governo de Mato Grosso abriu licitação para pavimentar a rodovia MT-130, na região do distrito de Santiago do Norte, em Paranatinga. A licitação, lançada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), será no modelo de Regime Diferenciado de Contratação (RDC), do tipo menor preço, e em lote único. O trecho a ser asfaltado tem uma extensão total de 24 quilômetros e o valor estimado da obra é de R$ 22,3 milhões.

A abertura das propostas será realizada na sala de licitações da Sinfra-MT, em Cuiabá, no dia 16 de novembro. A partir do seu início, a obra tem um prazo de execução de 12 meses.

O distrito de Santiago do Norte está localizado em uma região com crescente produção de grãos e de bovinos. A abertura deste corredor viário facilitará o transporte da produção agropecuária, principal atividade da região, além de garantir mais qualidade de vida à população e impulsionar a economia.

Mesmo sendo um distrito de Paranatinga, Santiago do Norte conta com plano diretor para os próximos 30 anos. Além disso, o distrito está localizado próximo a outras obras de infraestrutura realizadas pelo Governo Federal, como a BR-242, que liga as regiões norte e nordeste de Mato Grosso, e a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste. 

Desta forma, a expectativa é que nos próximos anos a região receba uma série de investimentos, atraindo trabalhadores do país inteiro. A pavimentação deste trecho da MT-130 também atende os anseios da população que vive no distrito, dando conforto nos deslocamentos entre as propriedades rurais e a sede.

A Sinfra-MT elabora projetos de pavimentação de outros trechos para a MT-130, estendendo a ligação asfáltica de Santiago do Norte até Feliz Natal. No futuro, a rodovia poderá ser uma rota alternativa para ligar as regiões norte e sul de Mato Grosso.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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