Cuiabá Cidade Verde

Projeto de Juca do Guaraná entrega 400 mudas de árvores para moradores do bairro Tijucal

O Gabinete Itinerante elaborou um cronograma quinzenal que irá atender todas as regiões da cidade. Quem quiser solicitar a ação em seu bairro chame pelo WhatsApp (65) 99330 6226.

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Foto: Assessoria

Um projeto encabeçado pelo presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Juca do Guaraná, visa o reflorestamento de pontos da capital. O primeiro bairro contemplado foi o Tijucal.

O Projeto ‘Cuiabá Cidade Verde’ distribuiu no último sábado (15) mas de 400 mudas de árvores na região do Tijucal. A ideia inicial do projeto é realizar a distribuição de mudas a cada quinze dias nos mais diferentes pontos de Cuiabá.

As mudas distribuídas são de árvores frutíferas e ornamentais, além disso, a intenção do projeto é reforçar e colaborar na prevenção do meio ambiente, proporcionando assim maior qualidade de vida para o povo cuiabano.

De acordo com o idealizador, o projeto foi fruto de anos de trabalho com o Gabinete Itinerante que percorreu Cuiabá quase como um todo, desde 2013. Com isso, foi possível ouvir as demandas da população e consequentemente as transformar em indicações para o Executivo. “Desde 2013 percorremos Cuiabá com o Gabinete Itinerante, através dele levantamos problemas estruturais da cidade para transformá-los em indicação. Com projeto “Cuiabá Cidade Verde” vamos agregar mais uma ação ao nosso gabinete , que é preservar o meio ambiente”, explica o vereador.

A população abraçou a ideia e compareceu para receber as mudas, segundo o voluntário Edvaldo Lima, o fato de ver a população contribuindo com o projeto é gratificante. “É muito bom ver a recepção da população, todos querem levar uma muda para casa e contribuir com a arborização de nossa cidade”, reforçou.

O Gabinete Itinerante elaborou um cronograma quinzenal que irá atender todas as regiões da cidade. Quem quiser solicitar a ação em seu bairro chame pelo WhatsApp (65) 99330 6226.

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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