“Agregando”

Com PP nacional e estadual, Neri Geller segue estrada rumo ao Senado

Os trabalhos prestados e alianças formadas em praticamente todo território de Mato Grosso, credenciou o nome do deputado Neri.

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Com apoio do nacional da sigla, além de potencializar a pavimentação da pré-candidatura do deputado federal, Neri Geller ao Senado da República, nas próximas eleições em 2022, a cogitação de uma candidatura, do ministro de infraestrutura, Tarcísio de Freitas, “caiu por terra”.

No início desta semana, quando representantes de três siglas partidárias, já declararam apoio a pré-candidatura de Neri Geller ao Senado, movimentado ainda mais as cogitações do cenário da política, dentro e fora de Mato Grosso, mostrou que a “estrada está em ritmo de terraplanagem”.

Com a sinalização de apoio dos dirigentes do PP nacional, respaldando o nome de Neri Geller juntamente com o apoio irrestrito da sigla no estadual, boa parte da trajetória já foi percorrida para uma possível candidatura a disputa pela vaga ao Senado.

Neste primeiro mandato de deputado federal, os trabalhos prestados e alianças formadas em praticamente todo território de Mato Grosso, credenciou o nome do deputado Neri, em buscar novos caminhos, sem falar da representatividade e experiência já adquirida, referente ao dia a dia em Brasília, quando exerceu o cargo de ministro da agricultura.

De acordo com informações de bastidores, representantes de outras siglas já sinalizaram interesse em apoiar o nome de Neri, para uma eventual disputa ao Senado, pelo que tudo índica, praticamente um clamor entre algumas lideranças vai motivar o deputado a enfrentar esta disputa.

Pelo que tudo indica, o embate eleitoral não vai ser nada fácil, já que o próprio senador, Wellington Fagundes (PL) poderá buscar sua reeleição, com apoio de lideranças tradicionais da política do interior de Mato Grosso, representada pela deputada estadual, Janaina Riva.

Uma única vaga que está sendo intensamente disputada, além do que, quem está dentro quer permanecer, ainda tem os que estão fora e querem entrar, tem também, aquele que já passou por lá, e precisa de qualquer forma voltar, para não ter problemas maiores que apenas as cobranças do eleitorado.

Foto: Câmara Federal

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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