“Fio feio”

Emaranhados de fios, postes quebrados e prejuízos, população cobra por responsáveis

A reclamação da população é fato, basta verificar em várias ruas, que existem montanhas de fios dependuradas nos postes.

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O que parecia ser apenas uma questão de estética, hoje o problema pode estar gerando milhões em prejuízos, moradores de vários bairros de Cuiabá, estão relatando constantes problemas de prestações de serviços, como internet e energia elétrica, devido as constantes quedas dos postes que sustentam esses fios.

Constantemente é possível verificar um verdadeiro emaranhado dos fios, em vários pontos da cidade, desde a região central, como também nos bairros mais distantes, a poluição visual denigre qualquer paisagem natural e arquitetônica.

Vários moradores estão relatando constantes quedas de postes, que interrompem imediatamente o fornecimento de energia elétrica, como também de internet, prejudicando tanto os moradores, e os donos de empresas das regiões.

Para população, alguém tem que assumir a responsabilidade de manutenção e substituição desses postes, porque em muitos casos, já possuem várias décadas, como acontece nos bairros mais antigos de Cuiabá, muitos, além da sobrecarga causada pelas dezenas dos fios, estão danificados, com rachaduras, quebrados, faltando pedaços, um cenário perfeito para uma tragédia anunciada.

“Nós não sabemos de quem é a responsabilidade, porque cobramos da Prefeitura, dizem que não é com eles, na Câmara Municipal de Cuiabá, os vereadores só discutem eleição estadual, na concessionária responsável, não se consegue nem reclamar, e as empresas prestadores de serviços, além de demorar muito, quando chega para fazer a substituição dos postes quebrados, alegam que só estão cumprindo ordem”, disse um morador do bairro Santa Izabel, que está indignado com a situação.

A reclamação da população é fato, basta verificar em várias ruas, que existem montanhas de fios dependuradas nos postes, mais parecem que estão praticando “cabo de guerra”, para ver quem consegue derrubar o poste primeiro.

Para indignar ainda mais, segundo informações de especialistas, a maioria desses fios estão apenas ocupando espaços, cerca de 90%, porque são instalações desativadas.

O povo está cobrando providências, aos menos saber de quem pode cobrar, porque no final do mês, todas as faturas chegam.

 

 Foto: Reprodução/ TV Cabo Branco

 

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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