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Após emenda de Max Russi, Dom Aquino recebe van para transporte de pacientes

A compra da van foi realizada por meio de uma emenda parlamentar do deputado estadual e uma contra partida do município. Agora o veículo deverá ser utilizado para o transporte de pacientes para outros municípios.

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Foto: Assessoria/Montagem

A cidade de Dom Aquino recebeu nesta quinta-feira (07) uma van de 15 lugares  que irá ser usada para transportar pacientes para outros municípios. O veículo é fruto de uma emenda do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi.

A entrega oficial ocorreu nesta quinta-feira e contou com a presença de Max Russi, do deputado federal Emanuelzinho, do prefeito de Dom Aquino, Zão e vereadores. Em sua fala, Russi destacou a importância da aquisição para a cidade. “Uma van que vai atender a saúde. O prefeito Zão colocou a contra partida. Uma van com acessibilidade, para o deficiente e para o cadeirante. Uma emenda parlamentar resultado de investimentos para a saúde.” Afirmou.

Já o prefeito agradeceu a iniciativa e destacou outras ações encabeçadas por Russi no município. “Essa é uma pequena ajuda, ele deu muito mais ajuda estruturante para o nosso município. Nós conseguimos uma ponte que liga Dom Aquino a Poxoréu, a reforma da praça que é muito maior e o asfalto que liga a MT-344 com a BR-060. Eu só tenho a agradecer.” Declarou Zão.

A compra da van foi realizada por meio de uma emenda parlamentar do deputado estadual e uma contra partida do município. Agora o veículo deverá ser utilizado para o transporte de pacientes para outros municípios.

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Após novo tarifaço dos EUA, medida provisória abre linha de crédito extra

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Empresas afetadas pelo tarifaço imposto na semana passada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros poderão recorrer a uma nova linha de crédito. A terceira rodada do Plano Brasil Soberano, como foi batizada a iniciativa pelo Executivo, será viabilizada pela MP 1.379/2026, publicada na quarta-feira (22) no Diário Oficial da União. O plano prevê um socorro de R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito com juros subsidiados para exportadores e setores considerados estratégicos para a economia nacional.

Dos R$ 18,5 bilhões, R$ 13,5 bilhões serão de recursos do Tesouro Nacional e R$ 5 bilhões do BNDES. Os R$ 13,5 bilhões do Tesouro vêm de valores não usados no Plano Brasil Soberano 1 e da renegociação de dívidas rurais, e não devem, segundo o governo, gerar impacto no resultado primário das contas nacionais.

Além das empresas diretamente atingidas pelo tarifaço norte-americano, o programa passa a contemplar exportadores prejudicados por conflitos internacionais, como a guerra entre EUA e Irã. Setores considerados estratégicos também foram incluídos.

As linhas poderão ser utilizadas para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos, investimentos produtivos, inovação tecnológica, adaptação de produtos e processos, além de abertura e prospecção de mercados.

Entre os setores beneficiários estão agricultura, pecuária, pesca e aquicultura, florestas plantadas, mineração, indústrias químicas e farmacêuticas, fertilizantes, setor têxtil, máquinas e equipamentos e setor automotivo.

A MP, que será apreciada por deputados e senadores em uma comissão mista, tem validade até 19 de setembro. Os parlamentares têm até 10 de agosto para apresentar emendas. A partir de 5 de setembro, ela entra em regime de urgência, obstruindo a pauta de votações.

Lei sancionada

Na mesma data de edição da nova medida, foi publicada a Lei 15.473, de 2026, sancionada pela Presidência da República e proveniente da MP 1.345/2026, de maio deste ano. A medida autorizou a concessão de até R$ 15 bilhões em linhas de crédito para empresas exportadoras e da agroindústria afetadas por medidas comerciais unilaterais e instabilidades no cenário internacional. Ela corresponde à segunda rodada do Brasil Soberano.

Em agosto de 2025, o governo editou a MP 1.309/2025, lançando o Plano Brasil Soberano para enfrentar os efeitos do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. A MP autorizou o uso do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) para respaldar operações de crédito.

Com informações da Agência Brasil

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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