“Revoltosos e excluídos”

Formação de grupo visa conquistar o Paiaguás em 2022

A possibilidade do W.O na disputa pelo Governo de Mato Grosso, em 2022, ou uma candidatura cenográfica, pelo que tudo indica, pode mudar as estratégias e intensificar os trabalhos.

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Nem tudo que está acontecendo no cenário da política em Mato Grosso, agrada a todos, com a formação de um grupo para enfrentar o próximo embate eleitoral, tem muita gente, que antes ocupava o papel principal, de coadjuvante, que hoje não consegue mais, nem mesmo o de figurante, assim, vai se formando o bloco dos “revoltosos e excluídos”.

Para quem acompanha a movimentação dos políticos no estado, com boatos, fatos e ações que chegaram no conhecimento do público, sem falar dos segredos obscuros, já começa desenhar os primeiros esboços da formação de ao menos uma equipe para disputa do próximo ano.

Porém, como aqueles que não serão convocados, convidados e nomeados, para equipe principal, devido os seus comportamentos ao longo dos últimos quatro anos, que hoje não consegue agregar e enquadrar a determinada imagem e filosofia de determinado grupo, existem outros, que seguem de carona, mesmo não concordando com os rumos tomados, esperando o momento certo de revelar a sua verdadeira identidade e apresentar a traição.

Não poderia ser diferente, se os revoltosos não estão de acordo com determinado seguimento, é natural as conversações com os excluídos. Informações de bastidores apontam para que representantes do Palácio Paiaguás, Assembleia Legislativa, Prefeitura de Cuiabá, ex-moradores do Centro de Custódia da Capital, como também do Senado Federal, estariam intermediando a formação de um grupo político, buscando disputar as eleições de 2022, com nomes para disputar desde a Assembleia, Câmara Federal, Senado e Governo de Mato Grosso.

Para quem apostava na possibilidade do popular W.O, na disputa eleitoral pelo o Governo de Mato Grosso, em 2022, ou até mesmo em uma candidatura de atuação cenográfica, pelo que tudo indica, pode mudar as estratégias e intensificar os trabalhos, já que se os revoltosos e excluídos são fatos, a formação deste grupão, pode não ser apenas boatos.

Assim, vai se desenhando a disputa do próximo ano, mesmo com muita dança da cadeira para rolar, mostrando que nem tudo que se vê, é a realidade dos fatos.

Foto: Michel Alvim

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Wilson Santos defende políticas de segurança alimentar e apoio a famílias vulneráveis

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Entre as 21 emendas apresentadas ao Projeto de Lei nº 692/2026, que estabelece as diretrizes para o orçamento estadual de 2027 (PLDO), está a proposta de n.° 27 do deputado estadual Wilson Santos (PSD) para apoiar e desenvolver ações de segurança alimentar e enfrentamento à fome em Mato Grosso. A iniciativa foi motivada pelo levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que mapeia a situação dos 142 municípios mato-grossenses em relação ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade.

A proposta também resgata uma iniciativa que marcou a gestão do parlamentar como prefeito de Cuiabá, que foi a construção do Restaurante Popular, em 2007, onde permanece em funcionamento e oferece diariamente mais de mil refeições ao preço de R$ 2,00. “Eu construí esse restaurante e atendia uma antiga reivindicação da classe trabalhadora, principalmente dos assalariados que acabavam investindo parte do pequeno salário em alimentação. O restaurante ajuda muitas pessoas, gente humilde e a comida é muito boa”, destacou.

Conforme a justificativa da emenda apresentada pelo deputado, o objetivo é expandir o atendimento à população em situação de insegurança alimentar e promover a integração entre as políticas de assistência social, segurança alimentar, desenvolvimento rural e inclusão social. A proposta busca fortalecer a atuação do Estado no enfrentamento à pobreza e à exclusão social.

Para Wilson Santos, investir em alimentação de qualidade também pode contribuir para reduzir a pressão sobre os serviços públicos de saúde. “Economiza na conta da saúde, alimentando bem, vai menos a uma unidade de saúde. É importante reduzir as desigualdades sociais e a proteção das famílias em situação de vulnerabilidade”, comentou.

O PLDO 2027 prevê receita líquida de R$ 42,1 bilhões e impacto estimado em R$ 862,6 milhões. O projeto segue para análise das emendas parlamentares. Após essa etapa, as propostas aprovadas integrarão a redação final da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027.

Fonte: ALMT – MT



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