"Iluminado"
Governo abre licitação para modernizar iluminação pública do Estado
A aquisição faz parte do projeto MT Iluminado, inserido no programa Mais MT.
Política
O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), abriu uma licitação, na modalidade de Pregão Eletrônico Internacional, do tipo menor preço por lote, para aquisição de lâmpadas de LED para iluminação pública nos municípios do Estado. A aquisição faz parte do projeto MT Iluminado, inserido no programa Mais MT.
A sessão de abertura será no dia 27 de outubro de 2021, às 09h, horário de Cuiabá, no portal de Compras do Governo Federal (www.comprasgovernamentais.gov.br).
O objetivo do programa é modernizar o parque de iluminação do Estado, com a substituição de lâmpadas obsoletas por luminárias de LED de Alto Desempenho. Essas lâmpadas são entre 50% e 70% mais eficientes que as utilizadas atualmente, além de mais sustentáveis. Muitas das lâmpadas substituídas são à base de vapor de sódio e mercúrio, mais nocivas para o meio ambiente.
Serão adquiridas 385.489 luminárias. O número, de acordo com levantamento feito pela MT PAR junto a concessionária Energisa, corresponde ao total de pontos de luz passíveis de substituição nos 136 municípios do Estado que aderiram ao MT Iluminado.
A licitação será realizada em quatro lotes, cada um com um tipo e quantidade diferente de luminárias de LED. Serão adquiridas 225.628 lâmpadas com potência máxima de 60 watts, 59.948 com potência de 100 watts, 59,948 com potência de 150 watts e 39.965 com potência de 200 watts.
Todas as luminárias deverão ter corpo em liga de alumínio, pintura resistente à corrosão, proteção contra impactos mecânicos, vida útil mínima de 50 mil horas e com garantia de qualidade total por pelo menos cinco anos. Elas deverão ser fornecidas completamente montadas e prontas para serem conectadas à rede de distribuição.
Os recursos para aquisição são próprios da Sinfra, previstos no orçamento para 2021. Podem participar da licitação pessoas jurídicas que explorem ramo de atividade compatível e pertinente com o objeto da licitação, não sendo permitida a participação de empresas declaradas inidôneas por qualquer órgão público.
A modalidade de pregão internacional foi escolhida visando a economicidade, com a oportunidade de adquirir os produtos diretamente de fabricantes internacionais. A empresa vencedora terá sete meses para entregar os produtos, a partir da emissão da ordem de fornecimento.
Foto: Luiz Carlos Bordin/Prefeitura de São José dos Quatro Marcos
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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