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Mendes destaca importância da Medalha e Comenda do Mérito Legislativo Couto Magalhães

Governador Mauro Mendes parabenizou essa iniciativa do Legislativo de VG em homenagear aqueles que trabalham pelo Estado de MT

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Foto: divulgação Facebook

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, recebeu ontem (23) à noite a Medalha e Comenda do Mérito Legislativo Couto Magalhães, cerimônia realizada em Várzea Grande, Mirante das Águas, bairro Jardim Potiguar, onde registraram presenças autoridades dos setores público e privado (Legislativo, Executivo, Judiciário, alas empresariais e comunitárias).

A Medalha Couto Magalhães foi criada pelo Legislativo de VG com a finalidade de homenagear pessoas que se destacaram pela participação efetiva nos setores, comercial, industrial, cultural, esportivo e da saúde nos âmbitos municipal e estadual.

No seu pronunciamento, Mauro Mendes destacou os avanços que o Estado registrou graças ao empenho dos homenageados. O gestor disse se sentir extremamente honrado em também poder integrar esse elenco, sublinhando que seu trabalho à frente do Palácio Paiaguás segue uma linha padrão para atender eficientemente o Estado.

“Os mato-grossenses me concederam seu voto de confiança, delegando poderes para que pudéssemos desempenhar uma gestão transparente à frente do Estado, capaz de suprir as demandas básicas do território. Isso implica em estabilização econômica, com mais progresso, renda e melhor qualidade de vida. É um compromisso sagrado, pois ser governador exige mais do dedicação técnica: é uma jornada prazerosa, exigindo empenho amoroso às causas do Estado. Enfim, cumpro o meu dever com muito orgulho e satisfação. Mesmo orgulho com que, agora, recebo esta medalha. A Comenda do Mérito Legislativo Couto Magalhães vem agregar importante incentivo ao meu currículo de vida pública”.

Foram homenageados, além do governador Mauro Mendes, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Joel Russi; deputada estadual e primeira presidente da história da Assembleia Legislativa, Janaina Greyce Riva Fagundes; o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat; deputado federal Emanuelzinho; o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL), David Pintor; secretário de Estado da Casa Civil, Mauro de Carvalho Júnior, entre outros.

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Nova lei oferece R$ 15 bi em crédito para empresas afetadas por tarifaço

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Empresas exportadoras e de setores industriais relevantes para o comércio exterior poderão ter acesso a linhas de financiamento para enfrentar os impactos de instabilidades internacionais, inclusive do aumento de tarifas comerciais. A medida está prevista na Lei 15.473, de 2026, sancionada pela Presidência da República e publicada na quarta-feira (22) no Diário Oficial da União.

A norma integra o Plano Brasil Soberano e é resultado da conversão da Medida Provisória (MP) 1.345/2026, cujo texto foi aprovado pelo Senado na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 7/2026. A medida dá continuidade às ações adotadas desde 2025 para enfrentar os impactos do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

A lei autoriza a utilização de até R$ 15 bilhões para as linhas de financiamento e permite ampliar esse limite em até R$ 13,5 bilhões. A ampliação considera recursos que já haviam sido transferidos durante a vigência da MP 1.345/2026 e que poderão retornar à União, provenientes das fontes usadas para financiar as medidas. Com isso, o limite autorizado poderá chegar a R$ 28,5 bilhões.

Os recursos poderão atender empresas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores; de produtos da agricultura, da pecuária, das florestas plantadas, da pesca e da aquicultura; de recursos minerais e seus produtos; além de empresas que atuem em setores industriais relevantes para o comércio exterior. Cooperativas, associações e outras formas associativas ou coletivas legalmente constituídas também poderão ter acesso ao financiamento, desde que atendam aos critérios de elegibilidade que ainda serão definidos em ato conjunto dos ministériosda Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

As linhas de crédito poderão ser usadas para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e investimentos para adaptar, ampliar ou modernizar a atividade produtiva. Também poderão financiar inovação tecnológica e adaptações de produtos, serviços e processos para atender a exigências do comércio internacional, como requisitos sanitários, fitossanitários, ambientais, de rastreabilidade e de conformidade.

O dinheiro para financiar as empresas poderá vir do superávit (excedente) financeiro do Fundo de Garantia à Exportação, apurado em 31 de dezembro de 2025, do superávit financeiro de fontes supervisionadas por unidades do Ministério da Fazenda, também apurado nessa data, e de outras fontes orçamentárias.

Os recursos serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou a instituições financeiras habilitadas pelo banco, que assumirão os riscos das operações e oferecerão o financiamento às empresas elegíveis. A lei também altera regras do sistema de apoio oficial ao crédito à exportação e prevê a cobertura, pelo sistema de seguro de crédito à exportação, de operações de crédito direto a micros, pequenas e médias empresas exportadoras.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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