Paróquia São José Operário
Virginia Mendes entrega mil cestas básicas para famílias em Rondonópolis
A iniciativa é parte do programa SER Família Solidário. Famílias recebem cestas mensalmente
Política
Em mais uma ação de solidariedade, a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, fez a entrega de mil cestas para famílias carentes assistidas pela Paróquia São José Operário, em Rondonópolis. A iniciativa é parte do programa SER Família Solidário, que visa atender pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica.
A primeira-dama também firmou o compromisso de repassar mensalmente a mesma quantidade de cestas para as famílias da comunidade. Durante a entrega, estiveram também presentes a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais, a secretária de Assistência Social do município, Iriana Cardosa, e presidente da União Rondonopolitana de Associação de Moradores de Bairros (URAMB), Nilza Siqueira.
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Foto: Jana Pessôa
O padre Volnei Luiz Weber agradeceu as doações que vão fazer diferença na vida das famílias beneficiadas. “Que Deus continue abençoando a primeira-dama e o governador Mauro Mendes para que permaneçam fazendo a diferença na vida dos mais carentes”, disse.
Na ocasião, a primeira-dama esteve com o padre Lothar Bauchrowitz, de 83 anos, que tem aproximadamente 60 anos de sacerdócio frente a Paroquia São José Operário. Ele se destacou pelo trabalho em prol do desenvolvimento da Vila Operária em Rondonópolis, com ações voltadas para as famílias carentes.
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Foto: Jana Pessôa
Com depressão após perder o marido, vítima de Covid-19, Dona Maria Gomes, de 70 anos, comemora que finalmente terá alimento na mesa. Ela mora sozinha está sem renda no momento. “Essa doação que recebi vai me ajudar a passar o mês. Não sei como agradecer”, disse.
Já para Sidelcina Ferreira, de 72 anos, os alimentos vão fazer a diferença no orçamento familiar. Vivendo somente com um auxílio emergencial, para cuidar de um filho doente, conta que os gastos são muitos. “Estou muito feliz. A primeira-dama está sendo como uma mãe para nós, por oferecer essa ajuda”.
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Foto: Jana Pessôa
Política
Nova lei oferece R$ 15 bi em crédito para empresas afetadas por tarifaço
Empresas exportadoras e de setores industriais relevantes para o comércio exterior poderão ter acesso a linhas de financiamento para enfrentar os impactos de instabilidades internacionais, inclusive do aumento de tarifas comerciais. A medida está prevista na Lei 15.473, de 2026, sancionada pela Presidência da República e publicada na quarta-feira (22) no Diário Oficial da União.
A norma integra o Plano Brasil Soberano e é resultado da conversão da Medida Provisória (MP) 1.345/2026, cujo texto foi aprovado pelo Senado na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 7/2026. A medida dá continuidade às ações adotadas desde 2025 para enfrentar os impactos do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.
A lei autoriza a utilização de até R$ 15 bilhões para as linhas de financiamento e permite ampliar esse limite em até R$ 13,5 bilhões. A ampliação considera recursos que já haviam sido transferidos durante a vigência da MP 1.345/2026 e que poderão retornar à União, provenientes das fontes usadas para financiar as medidas. Com isso, o limite autorizado poderá chegar a R$ 28,5 bilhões.
Os recursos poderão atender empresas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores; de produtos da agricultura, da pecuária, das florestas plantadas, da pesca e da aquicultura; de recursos minerais e seus produtos; além de empresas que atuem em setores industriais relevantes para o comércio exterior. Cooperativas, associações e outras formas associativas ou coletivas legalmente constituídas também poderão ter acesso ao financiamento, desde que atendam aos critérios de elegibilidade que ainda serão definidos em ato conjunto dos ministériosda Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
As linhas de crédito poderão ser usadas para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e investimentos para adaptar, ampliar ou modernizar a atividade produtiva. Também poderão financiar inovação tecnológica e adaptações de produtos, serviços e processos para atender a exigências do comércio internacional, como requisitos sanitários, fitossanitários, ambientais, de rastreabilidade e de conformidade.
O dinheiro para financiar as empresas poderá vir do superávit (excedente) financeiro do Fundo de Garantia à Exportação, apurado em 31 de dezembro de 2025, do superávit financeiro de fontes supervisionadas por unidades do Ministério da Fazenda, também apurado nessa data, e de outras fontes orçamentárias.
Os recursos serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou a instituições financeiras habilitadas pelo banco, que assumirão os riscos das operações e oferecerão o financiamento às empresas elegíveis. A lei também altera regras do sistema de apoio oficial ao crédito à exportação e prevê a cobertura, pelo sistema de seguro de crédito à exportação, de operações de crédito direto a micros, pequenas e médias empresas exportadoras.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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