"Empreendedor"
“Chegada do trem na capital, vai revolucionar a economia da Baixada Cuiabana”, afirmou Alex Berto
O momento é de revolução, já vai possibilitar a instalação de várias empresas, transformando as matérias primas, em produtos industrializados, o que gera emprego, renda e melhores condições de vida para população da região.
Política
Da Redação
Com gestão eficiente e visão de futuro, o prefeito de Rosário Oeste, Alex Berto esteve em Cuiabá, cumprindo várias agendas, entre elas, participou da solenidade de assinatura do contrato do Governo do Estado com a empresa Rumo, para a construção da ferrovia que chegará até Cuiabá, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, no Centro de Evento do Pantanal, onde classificou o feito, como um momento histórico para Mato Grosso.
O prefeito relatou que o momento é de revolução, já vai possibilitar a instalação de várias empresas, transformando as matérias primas, em produtos industrializados, o que gera emprego, renda e melhores condições de vida para população da região.
“Somos de Rosário Oeste, que fica apenas 100 km de Cuiabá, onde temos a agricultura familiar como uma das principais fontes de renda, porém são produtos primários, que precisam ser industrializados, para agregar valor através das industrias, assim irá potencializar a produção da região”, disse Alex.
“O vereador e presidente da Câmara Municipal de Rosário Oeste, Amilson Neponoseno acompanhou o prefeito em diversos compromissos”.
Para o prefeito, uma revolução industrial na região da Baixada Cuiabana, proporciona a valorização do trabalhador e produção do campo, porque o mercado consumidor certo, podendo produzir mais e melhor, gerando melhores condições de vida, para quem depende da agricultura familiar.
“Vejo que é um verdadeiro divisor de águas, não só para Cuiabá e região, mas para Mato Grosso como um todo, a chegada do trem nessas cidades, vai potencializar a economia, criando vários polos industrializados, é o pregresso e desenvolvimento, que irá proporcionar melhores condições de vida para o povo de Mato Grosso”, ressaltou Berto.

Foto: Fernando Cunha/Vale)
Foto: Assessoria.
Política
Lei cria fundo para o Ministério Público da União com vetos a fontes de receita
A Presidência da República sancionou lei que cria o Fundo de Fortalecimento da Cidadania e Aperfeiçoamento do Ministério Público da União (FMPU), destinado a financiar ações para fortalecer a atuação da instituição e melhorar o atendimento à sociedade.
Os recursos poderão ser usados, entre outras finalidades, em projetos institucionais, obras e adequações de imóveis, aquisição de equipamentos e softwares e ações de capacitação. É proibida a utilização dos recursos para despesas com pessoal, encargos e verbas indenizatórias.
A Lei 15.499, de 2026, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) de sexta-feira (4) com vetos parciais às fontes de receita aprovadas pelo Congresso. Foram excluídas, entre outras, doações e contribuições, valores de inscrições em concursos organizados pelo MPU, recursos obtidos com a venda de bens do órgão e parcelas de multas e da alienação de bens considerados abandonados.
Também foi vetada a possibilidade de transferências de outros fundos públicos ou privados. A lei mantém expressamente como receitas, além dos encargos que couberem ao MPU e dos recursos de emendas parlamentares, dotações orçamentárias próprias e 10% das custas recolhidas na Justiça da União de primeiro e segundo graus.
Razões
Em parte dos vetos, o Poder Executivo argumentou que a vinculação de receitas ao FMPU não previa prazo de até cinco anos, como determina a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026.
No caso das inscrições em concursos, acrescentou que as taxas devem custear os próprios certames e não têm natureza arrecadatória. Já as transferências de outros fundos foram barradas sob o argumento de que poderiam comprometer a autonomia funcional do MPU.
Foram vetados, ainda, o dispositivo que determinava o recolhimento das receitas do FMPU em conta especial, sob o argumento de que a medida contrariaria a regra da conta única do Tesouro Nacional, e a previsão de que a lei entraria em vigor na data da publicação.
Em relação ao veto à entrada em vigor imediata da lei, a Presidência afirmou que seria necessário tempo para estruturar o fundo e os conselhos e para a edição do regulamento pelo procurador-geral da República.
Análise do veto
Os vetos serão analisados pelo Congresso Nacional em sessão conjunta de deputados e senadores. Se forem mantidos, continuará valendo o texto sancionado. Se algum deles for derrubado, o respectivo dispositivo aprovado pelo Congresso poderá ser restabelecido e encaminhado para promulgação.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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