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Botelho destaca importância da aprovação de matéria da previdência

Projeto aprovado isenta da contribuição os aposentados e pensionistas portadores de doenças raras

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Política

Maurício Barbant - ALMT

O presidente da comissão especial criada para acompanhar e debater alterações na alíquota da contribuição previdenciária de aposentados e pensionistas, deputado Eduardo Botelho (DEM), primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT, destacou a importância do projeto para amenizar o sofrimento da categoria que passou a ser taxada em 14%.  

Em comum acordo com o governador Mauro Mendes e de autoria das lideranças partidárias, os deputados aprovaram, em sessão ordinária realizada, excepcionalmente, nesta sexta-feira (6), o Projeto de Lei Complementar 38/2021 que acrescenta dispositivos às Leis Complementares 202/2004 e 560/2014 e revoga dispositivos da Lei Complementar 128/2003.  

Durante a votação, Botelho defendeu celeridade à votação e explicou que o acordo ainda não foi o ideal para a categoria, contudo representa avanços diante ao imbróglio criado desde a reforma da previdência.  

“Não é o que os aposentados gostariam, mas é o que foi possível conseguirmos. Depois de todas as discussões, análises matemáticas, de todos os custos, projeções dessas concessões ao longo de 35 anos, que é o impacto que o governo tem que fazer através do MT Prev, e terá que mandar uma lei, ainda neste ano, para mostrar como que irá pagar esse déficit. Então, cada mexida é uma alteração gigante. Foi o que conseguimos!”, afirmou Botelho.

O projeto aprovado isenta da contribuição os aposentados e pensionistas portadores de doenças raras, conforme o artigo 1º que acrescenta a seguinte redação: não se aplica aos aposentados e pensionistas do Regime Próprio de Previdência Social do Estado de Mato Grosso de doenças incapacitantes. Essas doenças constam no artigo 6º, inciso XIV da Lei Federal nº 7.713/88, que impeçam totalmente o desempenho de qualquer atividade laborativa, devidamente reconhecidas pela perícia médica designada pela Unidade Gestora Única do RPPS de Mato Grosso.

Para pensionistas e aposentados, a contribuição previdenciária incidirá sobre a parcela que supere R$ 3,3 mil quando o valor bruto dos proventos for de até R$ 9 mil. Valores que serão atualizados com base no índice da Revisão Geral Anual – RGA. Além disso, a iniciativa também se aplicará aos pensionistas e militares da reserva ou reforma de Mato Grosso. 

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Wilson Santos defende políticas de segurança alimentar e apoio a famílias vulneráveis

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Entre as 21 emendas apresentadas ao Projeto de Lei nº 692/2026, que estabelece as diretrizes para o orçamento estadual de 2027 (PLDO), está a proposta de n.° 27 do deputado estadual Wilson Santos (PSD) para apoiar e desenvolver ações de segurança alimentar e enfrentamento à fome em Mato Grosso. A iniciativa foi motivada pelo levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que mapeia a situação dos 142 municípios mato-grossenses em relação ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade.

A proposta também resgata uma iniciativa que marcou a gestão do parlamentar como prefeito de Cuiabá, que foi a construção do Restaurante Popular, em 2007, onde permanece em funcionamento e oferece diariamente mais de mil refeições ao preço de R$ 2,00. “Eu construí esse restaurante e atendia uma antiga reivindicação da classe trabalhadora, principalmente dos assalariados que acabavam investindo parte do pequeno salário em alimentação. O restaurante ajuda muitas pessoas, gente humilde e a comida é muito boa”, destacou.

Conforme a justificativa da emenda apresentada pelo deputado, o objetivo é expandir o atendimento à população em situação de insegurança alimentar e promover a integração entre as políticas de assistência social, segurança alimentar, desenvolvimento rural e inclusão social. A proposta busca fortalecer a atuação do Estado no enfrentamento à pobreza e à exclusão social.

Para Wilson Santos, investir em alimentação de qualidade também pode contribuir para reduzir a pressão sobre os serviços públicos de saúde. “Economiza na conta da saúde, alimentando bem, vai menos a uma unidade de saúde. É importante reduzir as desigualdades sociais e a proteção das famílias em situação de vulnerabilidade”, comentou.

O PLDO 2027 prevê receita líquida de R$ 42,1 bilhões e impacto estimado em R$ 862,6 milhões. O projeto segue para análise das emendas parlamentares. Após essa etapa, as propostas aprovadas integrarão a redação final da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027.

Fonte: ALMT – MT



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