Outra Educação

“R$ 10 milhões para educação muda história de Rosário Oeste”, afirmou Alex Berto

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Política

Foto: Assessoria de imprensa

Da Redação.

Em menos de seis meses, o prefeito de Rosário Oeste, Alex Berto conseguiu recurso via Governo do Estado de Mato Grosso, através da Secretaria de Estado de Educação, R$ 10 milhões que vai revolucionar o sistema educacional do município.

De acordo com ofício apresentado pela Prefeitura de Rosário Oeste, o recurso de R$ 10 milhões será destinado para reforma, com ampliação e construção de quadra poliesportiva e vestiários na unidade Escolar Estadual Professora Elisabete Evangelista Pereira.

O investimento visa atender um convênio entre as redes de ensino, estadual e municipal, para proporcionar melhores condições tanto de trabalho para os profissionais, quanto de ensino aos estudantes.

“Ao todo são três Escolar em Rosário Oeste que serão reestruturadas com este recurso de R$ 10 milhões, Escolar Estadual Professora Elisabete Evangelista Pereira; Escola Cel. Artur Borges e Escola Marechal Rondon”.

Em um passando não muito distante, algumas estruturas de Escolas em Rosário Oeste, foram destaques pelas suas precariedades, com alunos estudando protegidos pelas sobras das árvores, tinha também unidades caindo aos pedaços e até mesmo, em salas improvisadas com contentores.

Na época, vários jornais online, impresso e de televisão deram as notícias como manchete, chamando atenção do Brasil e do mundo.

Para reverter a situação, o prefeito Alex Berto, que também já atuou como professor e sabe das necessidades e realidades da categoria, está cumprindo com um compromisso de campanha, em mudar o sistema educacional no município.

“Precisamos de Escolas com qualidade, para que os profissionais tenham condições de trabalho, assim, os alunos vão aprender mais e melhor”, ressaltou Berto.

O prefeito disse que vai continuar em busca de mais recursos, seja via governo estadual e federal, para que possa melhorar as condições da educação, em Rosário Oeste.

“Sabemos das dificuldades, mas temos uma equipe de profissionais competentes e comprometida em transformar a Educação do município, tenho certeza que estamos melhorando a vida do rosarienses”, declarou o prefeito Alex Berto.

Foto: Assessoria de Imprensa

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Flávia Moretti veta passe livre para autistas e pessoas com fibromialgia em Várzea Grande

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), vetou integralmente o projeto de lei que ampliava o acesso ao transporte coletivo gratuito para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e fibromialgia. A proposta, aprovada pela Câmara Municipal, também previa a concessão do benefício a acompanhantes quando houvesse necessidade comprovada.

O veto foi publicado na terça-feira (20) no Jornal Oficial Eletrônico dos Municípios de Mato Grosso. A decisão atinge o Projeto de Lei nº 211/2026, de autoria do vereador Miguel Angel Claros Paz Junior, que alterava a Lei Municipal nº 4.478/2019, responsável por regulamentar a gratuidade no transporte para pessoas de baixa renda com transtornos mentais em tratamento nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps).

Com a mudança proposta pelos vereadores, pessoas com autismo e fibromialgia poderiam solicitar o benefício mediante apresentação de documentação médica e parecer social, conforme os critérios previstos na legislação.

A justificativa do Executivo para barrar a medida é a ausência de definição sobre a origem dos recursos necessários para financiar a ampliação do passe livre, além de questionamentos sobre os cálculos apresentados para estimar os custos da proposta.

Durante a tramitação do projeto, foi apresentada uma estimativa de impacto financeiro de R$ 83,6 mil mensais, o equivalente a R$ 1.003.200 por ano. O cálculo considerou 380 cartões de transporte, uma média de 44 viagens mensais por beneficiário e tarifa de referência de R$ 5.

Embora a Procuradoria Legislativa tenha reconhecido que a operação matemática estava correta, o parecer técnico apontou falta de informações que comprovassem os números utilizados. Entre as dúvidas estão a quantidade real de beneficiários, a frequência de uso dos ônibus e o número de acompanhantes que poderiam receber a gratuidade.

A análise também destacou a ausência de estudos sobre os efeitos da ampliação do benefício nos contratos do transporte coletivo e sobre a eventual necessidade de compensação financeira à empresa responsável pelo serviço.

Outro questionamento envolve a compatibilidade da despesa com o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).

Critérios para concessão também foram questionados

Além das questões financeiras, o parecer jurídico apontou dúvidas sobre os critérios de acesso ao benefício. A legislação original estabelece requisitos relacionados à baixa renda e ao acompanhamento pelos Caps, mas o projeto não teria esclarecido suficientemente como essas exigências seriam aplicadas às pessoas com autismo e fibromialgia.

Também foram levantadas questões sobre os profissionais habilitados a emitir os documentos exigidos, a necessidade de parecer social e os procedimentos para comprovar que o beneficiário precisa de acompanhante.

Apesar das ressalvas, a análise reconheceu a finalidade social da proposta e a competência da Câmara Municipal para legislar sobre a ampliação de benefícios no transporte público.

Na justificativa do veto, assinada em 14 de outubro, Flávia Moretti considerou que os problemas identificados comprometiam o projeto como um todo. Por esse motivo, optou por vetar integralmente o texto, em vez de barrar apenas parte dos dispositivos.

A Prefeitura indicou que uma nova proposta poderá ser apresentada, desde que inclua estimativa de impacto financeiro, fonte de custeio definida e critérios objetivos para a concessão da gratuidade.

Câmara poderá derrubar veto

Com o veto integral, a ampliação do passe livre prevista no projeto não entra em vigor neste momento. A decisão será encaminhada à Câmara Municipal, que poderá manter o veto da prefeita ou rejeitá-lo, conforme as regras do processo legislativo.

O impasse coloca em discussão tanto a ampliação do acesso ao transporte público para pessoas com autismo e fibromialgia quanto a definição de como o benefício seria financiado pelo município.



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