Política

Juca do Guaraná elogia transparência ágil da Câmara Digital

O primeiro benefício é a transparência, pois todas as matérias estão agora disponíveis na internet para que qualquer cidadão tenha acesso. É mais um avanço que implementamos na atual gestão, diz Juca do Guaraná

Publicado em

Política

Foto: Secom Câmara de Cuiabá
Da Redação
O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), disse hoje (5) que o lançamento do novo sistema eletrônico da Casa de Leis (Câmara Digital), no último dia 28, implica automaticamente em maior modernização e agilização dos trabalhos da instituição pública, como um todo. “Além de gerar mais economia, eficiência e transparência, um dos benefícios imediatos deste novo sistema online, operacionalizado desde o dia 1° último, é viabilizar a condução mais rápida dos trabalhos legislativos. Falamos exatamente de quê? Da execução de serviços de forma mais sustentável, posto que essa ferramenta elimina a necessidade do uso de papel e outras coisas, a exemplo de clips, capas de processo, tonner, etc”. 
Na avaliação do dirigente da Mesa Diretora do Parlamento, a Câmara de Cuiabá se tornou referência de dinâmica operacional no Centro Oeste para conduzir questões afetas à instituição política. “Ademais, essa nova ferramenta online aumenta o controle dos atos parlamentares e incentiva a participação popular, resultando em maior visibilidade e credibilidade ao trabalho dos vereadores. O primeiro benefício é a transparência, pois todas as matérias estão agora disponíveis na internet para que qualquer cidadão tenha acesso. É mais um avanço que implementamos na atual gestão”.
Ao assumir o comando da Mesa Diretora, recorda o dirigente parlamentar, ele já havia concebido ideia semelhante, justamente por, na condição de vereador, ter observado alguns entraves comuns, passíveis de serem resolvidos a partir da adoção de sistema online eficaz. “Por bom tempo, de forma até desnecessária, convivemos com métodos institucionais ultrapassados. A Câmara de Cuiabá representa a capital do Estado, e, sendo assim, não podia ficar à deriva do processo de modernização natural vigente em outros órgãos públicos. Portanto, empreendemos um importante passo para abranger o atendimento desejado pelos seus habitantes. Doravante, agilidade é a palavra-mestra na condução dos nossos trabalhos legislativos”, garantiu.
COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Flávia Moretti veta passe livre para autistas e pessoas com fibromialgia em Várzea Grande

Publicados

em


A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), vetou integralmente o projeto de lei que ampliava o acesso ao transporte coletivo gratuito para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e fibromialgia. A proposta, aprovada pela Câmara Municipal, também previa a concessão do benefício a acompanhantes quando houvesse necessidade comprovada.

O veto foi publicado na terça-feira (20) no Jornal Oficial Eletrônico dos Municípios de Mato Grosso. A decisão atinge o Projeto de Lei nº 211/2026, de autoria do vereador Miguel Angel Claros Paz Junior, que alterava a Lei Municipal nº 4.478/2019, responsável por regulamentar a gratuidade no transporte para pessoas de baixa renda com transtornos mentais em tratamento nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps).

Com a mudança proposta pelos vereadores, pessoas com autismo e fibromialgia poderiam solicitar o benefício mediante apresentação de documentação médica e parecer social, conforme os critérios previstos na legislação.

A justificativa do Executivo para barrar a medida é a ausência de definição sobre a origem dos recursos necessários para financiar a ampliação do passe livre, além de questionamentos sobre os cálculos apresentados para estimar os custos da proposta.

Durante a tramitação do projeto, foi apresentada uma estimativa de impacto financeiro de R$ 83,6 mil mensais, o equivalente a R$ 1.003.200 por ano. O cálculo considerou 380 cartões de transporte, uma média de 44 viagens mensais por beneficiário e tarifa de referência de R$ 5.

Embora a Procuradoria Legislativa tenha reconhecido que a operação matemática estava correta, o parecer técnico apontou falta de informações que comprovassem os números utilizados. Entre as dúvidas estão a quantidade real de beneficiários, a frequência de uso dos ônibus e o número de acompanhantes que poderiam receber a gratuidade.

A análise também destacou a ausência de estudos sobre os efeitos da ampliação do benefício nos contratos do transporte coletivo e sobre a eventual necessidade de compensação financeira à empresa responsável pelo serviço.

Outro questionamento envolve a compatibilidade da despesa com o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).

Critérios para concessão também foram questionados

Além das questões financeiras, o parecer jurídico apontou dúvidas sobre os critérios de acesso ao benefício. A legislação original estabelece requisitos relacionados à baixa renda e ao acompanhamento pelos Caps, mas o projeto não teria esclarecido suficientemente como essas exigências seriam aplicadas às pessoas com autismo e fibromialgia.

Também foram levantadas questões sobre os profissionais habilitados a emitir os documentos exigidos, a necessidade de parecer social e os procedimentos para comprovar que o beneficiário precisa de acompanhante.

Apesar das ressalvas, a análise reconheceu a finalidade social da proposta e a competência da Câmara Municipal para legislar sobre a ampliação de benefícios no transporte público.

Na justificativa do veto, assinada em 14 de outubro, Flávia Moretti considerou que os problemas identificados comprometiam o projeto como um todo. Por esse motivo, optou por vetar integralmente o texto, em vez de barrar apenas parte dos dispositivos.

A Prefeitura indicou que uma nova proposta poderá ser apresentada, desde que inclua estimativa de impacto financeiro, fonte de custeio definida e critérios objetivos para a concessão da gratuidade.

Câmara poderá derrubar veto

Com o veto integral, a ampliação do passe livre prevista no projeto não entra em vigor neste momento. A decisão será encaminhada à Câmara Municipal, que poderá manter o veto da prefeita ou rejeitá-lo, conforme as regras do processo legislativo.

O impasse coloca em discussão tanto a ampliação do acesso ao transporte público para pessoas com autismo e fibromialgia quanto a definição de como o benefício seria financiado pelo município.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA